Até 2013 tinha sob meu comando 6 blogs onde tratava de vários assuntos que enfocavam vários de meus interesses. Por vontade própria, foram deixados de lado por motivos de foro íntimo. Retorno como blogueiro, trazendo como sempre fiz, assuntos variados, mais comedido mas ainda interessado na verdade. Escolhi como título o "Churrasqueiro" por que, para o gaúcho, o ambiente da churrasqueira é propício para a colocação e discussão de todos os assuntos.
COSTELÃO DE NOVILHA
A PROVA DE QUE APRENDI A ASSAR...
domingo, 5 de junho de 2016
Um belo domingo sem sol!
Umbigo do mundo no dia 05 do mês de Junho do ano santo de 2016. Nos dias corridos da natureza mais ou menos 43.395.678.901.202.578.950.300.000.001.002.003. Com desvio para mais ou para menos de 200.000.005.004.005, conforme o telescópio que se olhe e o instituto de pesquisa!
Tenho escrito sobre coisas climáticas estranhas nestas terras perdidas do meu Paraíso umbilical mundial.
A primeira delas é que descrevi nos anos perdidos de 2011. Pois estava esperando que o INSS me desse meu júbilo depois de muitos e muitos anos de diversos trabalhos intelectuais. Como não vinha e estava em terras estranhas que não tinha muto trabalho com o uso da cachola, tive que encarar o trabalho braçal. Não muito pesado, que para trouxa não sirvo, mas que demandava certo esforço físico. Era cuidar de um sítio pequenino com uma horta, uma pequena lavoura, gansos, galiinhas, cães e duas cabras leiteiras. É sobre elas que, neste encarreiramento de letras e estórias, descrevo uma delas. Certo dia já quando eram quase 10 hs da manhã, quando a patroa me pegou no pequeno estábulo com uma fogueirinha e uma das cabras que estava aleitando por cima do fogo. O que é isso seu Joele? Pos dona Fulana to tentando ordenhar essa guampuda desde as 06:00 hs e não consigo por causa do frio. Passei pelo termômetro do Sicredi quando vinha para cá e estava menos dez graus. Cheguei aqui e não deu outra o úbere da dita cuja tava congelado. Fiz de tudo e só agora que consegui que ela ficasse sobre a fogueira . Está quase no ponto. Fui demitido.
Outra aconteceu quando já estava morando na casa atual. Fogão à lenha à toda na madrugada. Deixamos uma chaleira de água em cima do fogão de modos a ter água quente se precisasse. Madrugada alta, acordo com um barulho estranho. Prá, prra, prá, pá fiss, fiss, fiss, fiss. Prá, prra, prá, pá fiss, fiss, fiss, fiss. Prá, prra, prá, pá fiss, fiss, fiss, fiss. Peguei o facão que guardo debaixo da cama e saí pé ante pé. Sem fazer barulho cheguei à cozinha e liguei a luz de vereda. Pois na minha cozinha uma lição de física que físico nenhum conseguiu fazer ao mesmo tempo: a água no estado líquido na chaleira, evaporava no estado de vapor, subia meio metro, pegava frio, congelava no estado sólido e caía na chapa quente. Daí derretia novamente, subia, congelava, caía, descongelava, subia...
Pra terminar, por enquanto, hoje, dia natural 43.395.678.901.202.578.950.300.000.001.002.003 aqui no umbigo do mundo, tava tão frio, mas tão frio, mas tão frio, que desisti de fazer meu churrasquinho no fogo de chão no quintal. Explico. Criou-se durante a noite/madrugada uma cerração (gauchês= neblina, fog) tão densa que não se via absolutamente nada além de vultos até um metro de distância, depois disso um vazio de imagem. Como a temperatura despencou, congelou aquela cerração ficando como aquela neve branca que cria nas geladeiras antigas. Até tentei cortá-la com o facão, com a máquina de cortar grama com fio e com o secador de cabelo. Em vão. as duas primeiras só trocavam de a neve de lugar. A terceira, o secador, derretia fazia um buraquinho de nada e a água que escorria, formava gelo sólido, não mais a nevezinha. Uma barbaridade tchê!
terça-feira, 10 de maio de 2016
De fábulas. La Fontaine e o Lobo e o Cordeiro
De fábulas.
Gosto de fábulas. La Fontaine foi exemplar com elas. Situava bem o mote entre seus personagens e desde pequeno trago seus ensinamentos arquivados na cachola. Cedo iniciado nas letras por minha mãe, tínhamos no livro Seleta em Prosa e Verso uma gama enorme de contos, estórias, poesias e fábulas. A fábula tem o dom de "desenhar" o que se afirma.
Uma que gosto, pois que se aplica a todas as relações da sociedade, é a do Lobo e do Cordeiro. Quem não a leu veja aqui http://pensador.uol.com.br/frase/ODEwMzk1/ .
O ensinamento, o adágio, a sabedoria que transmite nos faz entender muitas injustiças que ocorrem, ocorreram e irão ocorrer no transcurso de nossas vidas...
- A razão do mais forte é sempre a melhor.
- Contra a força não há resistência.
- Contra a força não há argumentos.
Há vários tipos de força. A que vem de argumentos. A que vem da Justiça. A que vem do Voto. A que vem dos canhões. A que vem de Leis. A que vem do dinheiro. A que vem do fisico. A que vem da chibata. A que vem da informação! A que vem de agentes externos de quem está digladiando. A força da traição! A força que vem das ruas!
Força é uma energia. Nem boa nem má, vai depender no que vai ser empregada e por quem a emprega. Acrescentaria o motivo também e isso vai qualificá-la de boa ou má!
Dito isso, olhemos o que acontece no Brasil nesse momento. No dizer da Presidenta, com muita propriedade, como sempre, ao saber do movimento de suspensão pelo presidente da Câmara, afirmou: "muita cautela nessa hora, pois sabemos que a política tem suas manhas e artimanhas!". Sábias palavras. Na madrugada foi suspensa a suspensão, numa clara demonstração que as forças, primeiro, colocaram aos agentes do GOLPE, que podiam ser levantadas outras forças e segundo, os agentes do Golpe demonstraram a sua força real.
Tínhamos e temos a FORÇA do voto. Foi uma eleição limpa em que as contestações dos perdedores deu-lhe mais lisura. Foram tentativas vãs de sujarem-na.
Seguiram-se ações em que a FORÇA da (des)informação odiosa, minou política e econômicamente o segundo governo da Presidenta.
Neste contexto, os aproveitadores de sempre fizeram o que sempre fazem: aproveitaram-se da opinão publicada e sem qualquer resquício moral, movimentaram os preços de produtos que não sofriam desabastecimento ou falta de safra suficiente. Não havia e não há motivo algum para que os preços se acelerem. Aliás as medições, conforme publicação recente, de inflação dos EUA, não contemplam energia e nem hortifrutigranjeiros, por isso a inflação de lá são tão baixas.
Puxadas por campanhas midiáticas tentaram colocar a FORÇA das ruas para começar a embasar pedido de impedimento. Sem mídia, os movimentos populares se agigantaram a ponto de sua FORÇA se sobrepuseram ao movimento elitista, tanto que vexados, no dia de ontem 09.05.2016, não havia ninguém para protestar contra o primeiro ato do presidente da Câmara dos Deputados. No dia 10.05.2016 os Movimentos Populares mostraram sua FORÇA e paralizaram por duas horas a movimentação rodoviária em vários estados.
Diz-se de boca pequena e de viva voz de um deputado - Paulinho da FORÇA - que dinheiro para o impedimento não faltaria. A FORÇA do dinheiro falou alto e grosso. Juntou-se à FORÇA da traição - a mais vil de todas e estamos em vias de perder nosso direito de escolher governantes da maneira mais saudável
Sei que ainda podemos buscar a FORÇA da Justiça mas... será que não foi subjugada pela FORÇA do dinheiro?
Todas essas FORÇAS não teriam sido contaminadas pela FORÇA externa que visam nosso petróleo e, consequentemente, nosso eterno enquadramento no Futuro que nunca virá?
A semente de um País justo e desenvolvido já foi lançada.
Teremos a FORÇA DAS RUAS PARA CONTRAPOR ESSAS FORÇAS ESPÚRIAS?
Tenho dúvidas. Já há movimento dos lados dos militares para um lado que lastreou o golpe de 1964.
A FORÇA BRUTA DAS ARMAS SE SOBREPORÁ AS FORÇAS DA RAZÃO e tal qual a fábula seremos imolados por mais 21 anos.
Infelizmente.
Gosto de fábulas. La Fontaine foi exemplar com elas. Situava bem o mote entre seus personagens e desde pequeno trago seus ensinamentos arquivados na cachola. Cedo iniciado nas letras por minha mãe, tínhamos no livro Seleta em Prosa e Verso uma gama enorme de contos, estórias, poesias e fábulas. A fábula tem o dom de "desenhar" o que se afirma.
Uma que gosto, pois que se aplica a todas as relações da sociedade, é a do Lobo e do Cordeiro. Quem não a leu veja aqui http://pensador.uol.com.br/frase/ODEwMzk1/ .
O ensinamento, o adágio, a sabedoria que transmite nos faz entender muitas injustiças que ocorrem, ocorreram e irão ocorrer no transcurso de nossas vidas...
- A razão do mais forte é sempre a melhor.
- Contra a força não há resistência.
- Contra a força não há argumentos.
Há vários tipos de força. A que vem de argumentos. A que vem da Justiça. A que vem do Voto. A que vem dos canhões. A que vem de Leis. A que vem do dinheiro. A que vem do fisico. A que vem da chibata. A que vem da informação! A que vem de agentes externos de quem está digladiando. A força da traição! A força que vem das ruas!
Força é uma energia. Nem boa nem má, vai depender no que vai ser empregada e por quem a emprega. Acrescentaria o motivo também e isso vai qualificá-la de boa ou má!
Dito isso, olhemos o que acontece no Brasil nesse momento. No dizer da Presidenta, com muita propriedade, como sempre, ao saber do movimento de suspensão pelo presidente da Câmara, afirmou: "muita cautela nessa hora, pois sabemos que a política tem suas manhas e artimanhas!". Sábias palavras. Na madrugada foi suspensa a suspensão, numa clara demonstração que as forças, primeiro, colocaram aos agentes do GOLPE, que podiam ser levantadas outras forças e segundo, os agentes do Golpe demonstraram a sua força real.
Tínhamos e temos a FORÇA do voto. Foi uma eleição limpa em que as contestações dos perdedores deu-lhe mais lisura. Foram tentativas vãs de sujarem-na.
Seguiram-se ações em que a FORÇA da (des)informação odiosa, minou política e econômicamente o segundo governo da Presidenta.
Neste contexto, os aproveitadores de sempre fizeram o que sempre fazem: aproveitaram-se da opinão publicada e sem qualquer resquício moral, movimentaram os preços de produtos que não sofriam desabastecimento ou falta de safra suficiente. Não havia e não há motivo algum para que os preços se acelerem. Aliás as medições, conforme publicação recente, de inflação dos EUA, não contemplam energia e nem hortifrutigranjeiros, por isso a inflação de lá são tão baixas.
Puxadas por campanhas midiáticas tentaram colocar a FORÇA das ruas para começar a embasar pedido de impedimento. Sem mídia, os movimentos populares se agigantaram a ponto de sua FORÇA se sobrepuseram ao movimento elitista, tanto que vexados, no dia de ontem 09.05.2016, não havia ninguém para protestar contra o primeiro ato do presidente da Câmara dos Deputados. No dia 10.05.2016 os Movimentos Populares mostraram sua FORÇA e paralizaram por duas horas a movimentação rodoviária em vários estados.
Diz-se de boca pequena e de viva voz de um deputado - Paulinho da FORÇA - que dinheiro para o impedimento não faltaria. A FORÇA do dinheiro falou alto e grosso. Juntou-se à FORÇA da traição - a mais vil de todas e estamos em vias de perder nosso direito de escolher governantes da maneira mais saudável
Sei que ainda podemos buscar a FORÇA da Justiça mas... será que não foi subjugada pela FORÇA do dinheiro?
Todas essas FORÇAS não teriam sido contaminadas pela FORÇA externa que visam nosso petróleo e, consequentemente, nosso eterno enquadramento no Futuro que nunca virá?
A semente de um País justo e desenvolvido já foi lançada.
Teremos a FORÇA DAS RUAS PARA CONTRAPOR ESSAS FORÇAS ESPÚRIAS?
Tenho dúvidas. Já há movimento dos lados dos militares para um lado que lastreou o golpe de 1964.
A FORÇA BRUTA DAS ARMAS SE SOBREPORÁ AS FORÇAS DA RAZÃO e tal qual a fábula seremos imolados por mais 21 anos.
Infelizmente.
quinta-feira, 5 de maio de 2016
Potencial assassino em série
1 - Apresentação.
Sempre tive coceiras em escrever. Sobre todos os assuntos. Fiz incursões na prosa em curtos contos. em poesias com versos quebrados. Em fundamentação social e política, até em esclarecimentos de um que outro quiprocó jurídico. Não havia incursionado, ainda, na ficção. Daquelas de dar arrepios. Das que, se torcer as páginas, vertem sangue.
Dependendo do viés do leitor, será sangue de inocentes e o executor, será um assassino.
Mas poderá haver quem ache que tudo foi legítima defesa e o executor, será um herói.
Como tratarei estritamente como ficção, tudo, absolutamente tudo, inclusive os malfeitos imputados aos que sossobraram, inclusive o executor, são criados na minha cachola e são meras coincidências se houverem paralelos de nomes ou atos, situações, etc.
Mas se alguém se sentir de alguma forma atingido, fica desde já a minha defesa, já que eficiente perante a Suprema Corte de Justiça da República Federativa do Brasil:
Minhas sinceras excusas aos ofendidos!
2 - O Executor.
JB Carvalho estava aposentado e sem absolutamente alguma coisa de útil para fazer pelo bem da sua pátria, sua família, seus amigos, enfim alguma coisa boa pra servir a coletividade como um todo.
Vivia de sua aposentadoria que não era pouca nem tampouco muita, não lhe sobrando haveres que pudessem fazê-lo sair da letargia.
O leitor sabe que sem o bendito dinheiro, bufunfa, money, plata, dólar, real ou pila, nada se faz. A paz de onde morava consistia em ter pouco do "faz-me rir" e frugalmente vegetar em paraíso natural. Mas tinha ímpetos. Maus e ou bons ímpetos - depende do ângulo que se aprecie. Tinha-os. Lutava contra eles, mas até nem lutava muito, pois sabia que os limites impostos pela sua situação econômica nunca conseguiria colocá-las em prática.
Desde novo tinha boa pontaria mas de nada lhe adiantaria pois arma de fogo não tinha e . ainda por cima, faz barulho e emite fumaça, o que nos ambientes que pretendia usar chamaria muita atenção!
Talvez o velho enfeite da gravata vermelha (degola) cujo avô andou, dizem as línguas, participando nas escaramuças de final de dois séculos atrás. Mas nem podia ver sangue, que dirá vê-lo brotar de uma jugular pulsante. Também contra isso é que há muito tempo não se usa mais.
Usar uma besta com flechas, poderia ser uma boa ideia se os ambientes fossem propícios. Imagine chegar em um órgão público com uma besta medindo 80 x 80 cm, uma aljava às costas cheias de flechas e se identificar na portaria: quero uma audiência com o Dr. JB Siclano! Não dá pé, concordam?
Lembrou da velha bazuca que aprendeu a usar no exército. Trambolhão. Ao montá-la já chamaria a atenção.
E os golpes com mãos que matam instantaneamente? Eficientes, silenciosos, mas não poderia chegar tão perto assim, os coelhos estão assustados e com os costados protegidos pelos seus cães de guerra. Além do mais os acessos de tosse poderiam atrapalhar no momento aprazado!
Que falta faz um apoio logístico de um bombardeio! Tem alguns colaterais, inocentes, mas que são eficientes isso são...
De mais a mais, como se deslocaria por esse mundão afora, que é nosso Brasil? A crise medonha fez tudo subir.
Então o negócio do JB Carvalho foi continuar com sua vidinha.
Pois não é que "el diablo" serve a mesa e convida pro banquete? - Essa é do meu tempo de piá!- Houve uma reviravolta em sua situação sócio-econômica. De aposentado pé-rapado (outra antiga) à milionário de milhões. Como aconteceu? Lhes conto!
Numa das suas saídas do seu Paraíso inerte, foi ao "povo" - gauchês = cidade grande - comprar remédios para sua bronquite crônica, já que fora fumante por muitos anos e essa era a sequela que lhe acompanharia pelo resto de sua vida. Ao passar por uma casa lotérica, lembrou-se de pagar uma conta de Energia elétrica - onde morava era Paraíso natural mas não era de todo atrasado . Entrou, pagou e o caixa lhe perguntou se estaria interessado em comprar um bolão da Mega-Sena acumulada com o troco. Daria certinho e ainda sobrava umas balinhas para levar pros netos. Concordou e foi-se embora pro Paraíso sem pensar mais no jogo que fizera. Nunca ganhara nada...
Uma semana depois do ocorrido, estava arquivando as contas pagas, quando deu de cara com o bilhete do jogo. Ao mesmo tempo em que achara o bilhete, o mequetrefe da televisão dava a notícia que o prêmio tinha saído para o "povo" em que andara. Prestou atenção e confirmou todas as dezenas. Ficou quieto, sem fazer alarde nem para a patroa, sabe-se lá! Por dinheiro, troca-se de lado, de religião, de partido, de caráter... Passou a noite engendrando uma desculpa para explicar a melhora de vida que teriam e que servisse tanto em família como na roda de amigos.
Reborquiou-se - gauchês = debateu-se - a noite toda, por fim exausto, adormeceu já com a solução. Iria primeiro ver de quanto seria o prêmio, abriria uma conta poupança na Caixa Econômica Federal e diria que pegara um prêmio menor, coisa de 10% do valor real e que viveria dos juros.
Isso fartamente pensado, isso exatamente feito. Chegou faceiro em casa anunciando aos quatro ventos a boa nova.
Foram dias de fartas festas, compras represadas atualizadas, sonhos de consumo da família feitos realidade, mas...
...guaipeca comedor de ovelha, só matando pois não larga o vício! A consciência social começou a cutucá-lo: e os seus ímpetos? E os seus ímpetos? E seus ímpetos, agora tens os meios... vais mudar de lado?
Começou a reviver um a um os seus ímpetos e aos poucos foi esboçando um plano que no princípio até lhe pareceu muito arrojado e com inovações tecnológicas ainda não aplicadas ao que pretendia. Depois, com a leitura e estudo de projetos existentes na Internet e desenvolvidos por renomadas universidades começou a ver com lucidez uma luz no fim do túnel existencial
3 - O plano.
Com o advento da impressora 3D e com uma gama enorme de materiais à disposição, tendo um bom programa, um bom projeto, consegue-se tudo. Outro fator tecnológico, a Nanotecnologia, abre espaço para potencializar combustível e explosivos. Sensores sofisticados já em uso, poderão acabar aproveitados também.
Ao reviver os ímpetos, que o leitor mais acurado já sentiu que são de eliminação pura e simples de desafetos coroados - não são de mequetrefes sem expressão - e os métodos lembrados para o desatino, se deteve em um em especial: a bazuca.
A bazuca foi inventada na segunda grande guerra e consiste, para quem não sabe em um tubo lançador com gatilho, mira e uma bateria que serve para a ignição. A direção e o alcance é dado pela mira ocular (sem aumento ou aproximação) ajustada pela distância e dessa forma o ângulo balístico se forma. É o mesmo princípio das armas de fogo individuais. A curta distância apontamento direto. Em distâncias mais longas necessita-se de cálculo de balística, que envolve potência, distância e atrito com o ar.
A grosso modo, foi a precursora das bombas voadoras de Hitler, dos foguetes intercontinentais, dos foguetes lançados ao espaço. Melhoraram-se, nesses casos, a propulsão, o desenho e o alcance dos artefatos.
Com a criação dos teleguiados, surgiram os foguetes terra -terra, terra-ar, mar-terra que se guiam por coordenadas, calor e até identificação particular de temperatura e de aspecto (fotos).
A entrada da eletrônica facilitou o acúmulo de informações para o direcionamento do artefato e gerenciamento de sua viagem fatídica.
Muito do que procurava encontrou nas balas inteligentes. Munidas de sistema sofisticado de identificação do alvo, o persegue sem tréguas e com a mesma velocidade. Precisava disso com um adendo, com conquistas ainda não alcançadas e miniaturizar ainda mais, para caber em uma bala longa de calibre 22.
A bala em si será um micro-foguete a ser lançado de uma micro plataforma que caberá na palma da mão. Não deverá haver fragmentos do foguetinho já que o próprio material será explodido junto com a munição principal e esta será detonada por comando de celular - do executor é claro.
Pois os piores explosivos conhecidos são naturebas. Estão aí para serem "maleficiados" e transformados em vulcão. Quem brincou idiotamente com colegas crianças, mandando arregalarem os olhos e dobrando uma casca de laranja fez com que os "olhinhos" da casca, estourassem e injetassem um líquido nos olhos fazendo-os arder? E essa, com um fósforo aceso em uma das mãos e na outra repetindo o descrito acima não ficou extasiado com a língua de fogo colorido que acontecia?
É um óleo que pode ser utilizado tanto como combustível como explosivo. Hoje é usado como óleo essencial para o ramo de alimentos. Deixa massas estranhas com gosto de cítrus.
Quantidade pequenas podem ser bem empregadas no mister que JB Carvalho queria. Alguns estudos com nanotecnologia e multiplicou por dez o poder. Primeiro teste com foguetinho, partiu de um segundo em cem metros para 0,10 segundos na mesma distância. Como explosivo, partiu de cinco centímetros em alvenaria para rombo de meio metro. Pra estourar uma cabeça por exemplo, três mililitros são suficientes. Idem para combustível. Com esses resultados, pode encerrar as buscas e sobra espaço no foguetinho para a microparafernália de localização e busca.
Optou por utilizar o celular para identificação e perseguição da vítima, bem como disparo do foguetinho e explosão da carga.
No quarto teste, atingiu o objetivo. Explodiu um abacate a 50 m de distância. Sobrou o nada até do caroço e um leve perfume de laranja no ar. Nem o lança-micro-missel deixou rastros. Satisfeito, fez uma lista de possíveis aquinhoados da sua tecnologia.
domingo, 24 de abril de 2016
Não há mais lugar para eufemismos
Ulysses Ferraz
10 h · Rio de Janeiro, RJ ·
Não há mais lugar para eufemismos. O Brasil está diante de um golpe de Estado. Todos sabemos. O mundo inteiro sabe. Não se trata de combate à corrupção. Se assim fosse, o golpe seria autodestrutivo, já que é arquitetado por corruptos notórios. O objetivo é destituir Dilma Rousseff. Prender Lula. E destruir o Partido dos Trabalhadores. Os partidos de oposição, sobretudo o PSDB, são os articuladores desse golpe. O PMDB é quem o executa politicamente. As organizações Globo e congêneres da grande mídia apoiam e militam diariamente pelo golpe com reportagens manipuladoras e editoriais agressivos contra o governo de Dilma Rousseff. A Polícia Federal coloca lenha na fogueira com investigações seletivas. O Ministério Público só oferece denúncia em face daqueles que podem ter alguma ligação com o PT. O Judiciário, na pessoa do juiz Sérgio Moro, só decreta prisão preventiva de pessoas ligadas ao PT. Há uma obsessão por Lula e por todos os quadros do PT. Os vazamentos são cuidadosamente selecionados. Os membros do Supremo Tribunal Federal esqueceram a Constituição Federal nas prateleiras de suas confortáveis residências. Eduardo Cunha manda e desmanda no país. E ainda acha graça. Michel Temer conspira à luz do dia. Desfila com se já fosse presidente. Tucanos salivam tamanha a sede de se empoleirar no poder. A Câmara dos Deputados é uma máfia institucionalizada. O Senado é uma maçonaria pró-negócios. O processo de impeachment uma aberração jurídica. Ninguém sabe o que são pedaladas fiscais e créditos suplementares. Nem os ministros do TCU. A direita, extrema ou moderada, destila ódio impunemente. Exalta torturadores em praça pública. Xinga e agride pessoas nas ruas. Bolsonaro e Olavo de Carvalho são celebridades do fascismo à brasileira. A violência simbólica é moeda corrente. O desamor se enraíza. O presente aterroriza. O futuro adoece. O passado é recorrente. A razão cede.intolerância se naturaliza. O Brasil retrocede. A democracia agoniza. A violência simbólica é moeda corrente. O desamor se enraíza. O presente aterroriza. O futuro adoece. O passado é recorrente. A razão cede. A intolerância se naturaliza. O Brasil retrocede. A democracia agoniza.
10 h · Rio de Janeiro, RJ ·
Não há mais lugar para eufemismos. O Brasil está diante de um golpe de Estado. Todos sabemos. O mundo inteiro sabe. Não se trata de combate à corrupção. Se assim fosse, o golpe seria autodestrutivo, já que é arquitetado por corruptos notórios. O objetivo é destituir Dilma Rousseff. Prender Lula. E destruir o Partido dos Trabalhadores. Os partidos de oposição, sobretudo o PSDB, são os articuladores desse golpe. O PMDB é quem o executa politicamente. As organizações Globo e congêneres da grande mídia apoiam e militam diariamente pelo golpe com reportagens manipuladoras e editoriais agressivos contra o governo de Dilma Rousseff. A Polícia Federal coloca lenha na fogueira com investigações seletivas. O Ministério Público só oferece denúncia em face daqueles que podem ter alguma ligação com o PT. O Judiciário, na pessoa do juiz Sérgio Moro, só decreta prisão preventiva de pessoas ligadas ao PT. Há uma obsessão por Lula e por todos os quadros do PT. Os vazamentos são cuidadosamente selecionados. Os membros do Supremo Tribunal Federal esqueceram a Constituição Federal nas prateleiras de suas confortáveis residências. Eduardo Cunha manda e desmanda no país. E ainda acha graça. Michel Temer conspira à luz do dia. Desfila com se já fosse presidente. Tucanos salivam tamanha a sede de se empoleirar no poder. A Câmara dos Deputados é uma máfia institucionalizada. O Senado é uma maçonaria pró-negócios. O processo de impeachment uma aberração jurídica. Ninguém sabe o que são pedaladas fiscais e créditos suplementares. Nem os ministros do TCU. A direita, extrema ou moderada, destila ódio impunemente. Exalta torturadores em praça pública. Xinga e agride pessoas nas ruas. Bolsonaro e Olavo de Carvalho são celebridades do fascismo à brasileira. A violência simbólica é moeda corrente. O desamor se enraíza. O presente aterroriza. O futuro adoece. O passado é recorrente. A razão cede.intolerância se naturaliza. O Brasil retrocede. A democracia agoniza. A violência simbólica é moeda corrente. O desamor se enraíza. O presente aterroriza. O futuro adoece. O passado é recorrente. A razão cede. A intolerância se naturaliza. O Brasil retrocede. A democracia agoniza.
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Vou colocar uma afirmação que ando ouvindo por aí:
TOLHIDOS NO DIREITO, SOMOS LIBERTOS DOS DEVERES!
Vou colocar uma afirmação que ando ouvindo por aí:
TOLHIDOS NO DIREITO, SOMOS LIBERTOS DOS DEVERES!
sábado, 23 de abril de 2016
Por que sou humano político e esta é minha natureza!
Em meu blogue Bentinho Churrasqueiro, contei um xiste que meu pais nos transmitiu nas rodas de causos que se faziam antigamente ao redor dos fogões à lenha em noites friasde inverno: http://blogdobentinhodeitaara.blogspot.com.br/2014/03/a-cruzeirinha-criada-como-mascote.html.
Deste escrito tiro um trecho que fala sobre a traição.
O tempo passou e chegou à época do causo. Já tinha se passado mais de semana e o caniço já estava seco. De volta para o rancho, caniço na mão, enxada no ombro, abriu a cancelinha que dava para o pátio do rancho. Quem estava esperando para dar o bote? A cruzeira. Meu pai argumentou: -Mais então, te salvei a vida, te alimentei, cuidei de ti e queres me atacar? Saiu lágrimas dos olhos, mas a cruzeira não desistiu, deu o bote!
"Por que sou uma cobra e esta é minha natureza."-parafraseando a fábula do Sapo e do escorpião!
Pois Dilma, no afã de governar para o bem do País, salvou a vida de muitos (lembram que o país saiu do mapa da fome?), cuidou de dar ensino técnico que era necessário para as empresas (pronatec), implementou polítcas educacionais da Creche às Universidades, com o Minha CAsa melhorou o acesso à moradia aos que não tem poder aquisitivo para participar do Mercado, enfim cuidou de seus cidadãos como meu pai cuidou da cruzeirinha.
O que vemos hoje é "Porque sou humano político e esta é minha natureza!"
DÉJA VU!
Nilson Lage
"A grande maioria das pessoas conhece como fato histórico, mas eu estava lá, em posição privilegiada, e vi tudo, de perto. Tinha, então, 27 anos, mas experiência de edição em dois grandes jornais – Jornal do Brasil e Última Hora, onde estava quando aconteceu.
Posso, portanto, assegurar que o que se conhece como “golpe militar” foi, na verdade, resultado de um processo idêntico ao que se passa agora. O sentimento é quase de paramnésia, de déjà-vu.
Lá estavam:
- os juristas de aluguel que, na época, compunham a “banda de música” da UDN;
- os “aliados” do governo, remanescentes da aliança dos oligarcas rurais do PSD com o trabalhismo;
- a direita paranoica, bradando contra o comunismo, a “república sindicalista”, os projetos sociais e as reformas legislativas;
- a mídia comprada por uma conspiração que se articulou por anos, baseada no controle do mercado publicitário e na pressão bancária sobre os veículos – na época existentes – que resistiam ao discurso único, entre eles uma diversificada imprensa conservadora;
- um governante honesto e de boa índole, mas desprovido de assessoria de inteligência que avaliasse a inserção da conspiração no momento político internacional da época.
- a esquerda sonhadora e infiltrada, alimentando o discurso da direita com suas fantasias.
Do ponto de vista militar, a vitória do movimento iniciado por um general de passado integralista teve êxito dada a atuação de agentes nos estados-maiores, a promoção de manobras de falsa bandeira entre subordinados e a defecção de alguns comandos que receberam suborno – o de São Paulo, principalmente.
Prevaleceu nas forças armadas o critério da unidade, o mesmo que impede o Judiciário, hoje, de intervir.
No poder, os militares se deixaram levar pelo discurso da guerra fria (era a época em que se pregava a “teoria dos focos insurrecionais”) que os levaria a um ciclo de repressão desvairada, sem controle. Desenvolveram, no entanto, algumas políticas relevantes, em particular a marcha para o Oeste e uma impressionante mudança no meio rural.
Instrumentos inconscientes do entreguismo, terminaram derrotados pelos seus projetos de afirmação nacional na indústria energética, de defesa, nuclear e de informática.
Algo que também tem ecos no que ocorre agora."
sexta-feira, 22 de abril de 2016
Pra descontrair acusando
Um Padre velho estava morrendo no Hospital de Base de Brasília. De repente ele faz um sinal para a enfermeira.
- Sim, Padre? Diz a enfermeira.
- Eu queria ver o TEMER e o CUNHA antes de morrer, sussurrou o Padre.
- Verei o que posso fazer, respondeu a enfermeira.
Ela entra em contato com os partidos deles.
Logo recebe um aviso que ambos gostariam muito de visitar ao Padre moribundo.
A caminho do Hospital, TEMER disse a CUNHA:
- Eu não sei por que o velho padre quer nos ver, mas por certo isso vai ajudar a melhorar nossa imagem perante a Igreja, nós que sempre enfrentamos embaraços com ela.
Cunha concordou. Era uma grande oportunidade para eles e até um comunicado oficial à imprensa, sobre a visita, foi expedido.
Quando chegaram ao quarto, o velho Padre pegou a mão de CUNHA com sua mão direita e a mão de TEMER, com sua esquerda. Houve um grande silêncio e se viu um ar de pureza e serenidade no semblante do Padre..TEMER, então, falou:
- Padre, porque fomos os escolhidos, dentre tantas pessoas, para estar ao seu lado no seu final?
O velho Padre, lentamente, falou:
-Sempre, em toda a minha vida, procurei ter como modelo o Nosso Senhor Jesus Cristo.
- Amém, disse CUNHA.
- Amém, disse TEMER.
O Padre continuou:
- Como Ele morreu entre dois ladrões, eu queria fazer o mesmo.
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