COSTELÃO DE NOVILHA

COSTELÃO DE NOVILHA
A PROVA DE QUE APRENDI A ASSAR...

sexta-feira, 3 de abril de 2020

Primeiro frio.



Primeira onda de frio, resolvi fazer duas coisas de que gosto e ajudou a passar o dia  de hoje: Uma sopa e fogo na lareira.
Estava com saudade.
Como estou “viejo” as recordações batem fundo nos arquivos da cachola.
Lembrei de um sopão digno desse nome que fiz em uma Carvalhada. A Carvalhada em alguns anos tornou-se uma festa simples que eram feitas no mês de junho.
Era um acampamento de dois dias que fazia em meu sítio em Águas Claras, município de Viamão. Com direito a fogueira, brincadeiras e muito trago. No Sábado chegava o pessoal quem posava, montava barraca e na tarde/noite acendíamos a fogueira, comíamos os quitutes relativos à data (amendoin, pipoca, bolo de farinha de milho, rapaduras e pra esquentar, quentão, pinga da boa bebida na guampa. Por volta da meia noite, era servido um sopão que o degas aqui fazia.
“Pos bueno”, no fogão campeiro desse dia da lembrança, tive que retirar o fogo para a mesa do fogão pois o panelão não cabia no espaço normal da chapa. Óleo quente, dois quilos de músculo, uma galinha inteira, um quilo de linguiça. Enquanto fritava, cortei um quilo de cebola, duas cabeças de alho, um quilo de tomate e apinchei dentro. Um dos convidados, pai do meu chefe, não resistiu e exclamou não tão baixo como queria: - Estragou tudo! Ouvi e como bom anfitrião, nem muxoxo fiz. Continuei na lida. Mandioca da horta, batata doce, moranga, milho verde, cenoura, couve, batata inglêsa,  repolho, salsa, ponta do ramo de morang, flor da moranga e nem sei mais o que!
Pra acompanhar queijo colonial ralado e o indefectível cacetinho.
Na hora que dei a ordem de servir, fiquei tomando um traguinho e observando. O progenitor do meu chefe visivelmente consternado pela heresia que cometi com o alho, pegou um pãozinho e um pouco do queijo e menos de meia concha de sopa, rala, quase sem entulhos e sentou-se à mesa. Eu bitucando. Pois deu a primeira colherada acabou logo e foi servir-se de muito mais satisfeito com o resultado.

sexta-feira, 31 de janeiro de 2020

NÃO HÁ INFLAÇÃO, PERO...


Não há inflção, pero...
Pois meu poste de entrada de energia estava todo fora dos padrões que as concessionárias tem sobre o assunto. Ao começar dar problemas pela natural fadiga dos materiais, principalmente disjuntores e fios e suas junções, resolvi (não sei até hoje como a concessionária não me cobrou isso) trocá-lo e seguir com a modernização da minha instalação dentro da residência.
Até aí nada de mais. A surpresa viria no novo padrão exigido. Anteriormente havia duas alturas para postes em uma rua. No lado oposto à distribuição da concessionária, postes de 7,5 metros. No lado da rua da linha de energia, postes de 5 metros. Pois não é que igualaram. Agora é tudo de 7,5 metros.
Não só o tubo de metal alongou. Alongaram-se os fios usados, os tubos por qual eles passam e as abraçadeiras são também em maior número. O preço alongou também, por óbvio. Cinquenta porcento no mínimo!
Dia destes estava no Supermercado e notei numa embalagem a inscrição: “Nova embalagem com 25% a menos.” Verifiquei o preço e o mesmo continuou inalterado.
O que tem as duas coisas em comum? O modo esperto de aumentar as vendas e consequentemente os lucros. Os mais antigos lembram que os tubos de dentifrício tinham um buraquinho menor de saída da pasta, da meleca. Pois um sábio de Marketing, ao ser inquirido sobre aumentar as vendas do produto, lascou e nos lascou: aumentem o orifício em x %.
Essas espertezas, não entram na computação da inflação. Em todas elas consumimos mais com maior peso em nossos orçamentos. Trouxe esses exemplos mas existem muito mais.
Comecei a pensar sobre isso quando notei que os grandes conglomerados não estão sofrendo com a crise.
O mais recente diz respeito aos bancos, coitadinhos. Tem um limite de crédito, se não usar, eles poderão cobrar o valor de uma CPMF sobre o que não for usado.
E NINGUÉM CHIA!

terça-feira, 10 de dezembro de 2019

Animais, animais somos todos animais – irracionais!



                  Na música de Dom e Ravel, anos 1970, Animais Irracionais, a resposta para o que acontece hoje.
                  Não foi premonição. Era o que acontecia no país naquela que foi a década mais sangrenta da ditadura. Hoje abrandada pela mídia, mesmo que noticie, vivemos os mesmos sobressaltos, os mesmos dissabores de uma guerra não declarada.
                   Na década de 1970, o inimigo do poder eram os que lutavam por democracia. Hoje o inimigo é difuso. Está amalgamado no povo – ralé – e todo ele, via perdas de direitos ou ferido de morte mesmo, é o alvo.
                    Estamos mais próximos do Reino Animal do que do Reino de Deus, tão apregoado atualmente. Somos duas classes de animais, ambas irracionais: A que pode, mata, suprime, achincalha,   escraviza, -reprime – lobos com sua sanha peculiar – e os que se submetem por ação espontânea ou são submetidos via força bruta ou judicialmente – cordeiros, mesmo sendo ovelhas negras insurretas.
                    Uns usando todos os subterfúgios e artimanhas próprias dos predadores, outros atabalhoados não sabendo como reagir por vontade própria, ou usando para sua defesa, as instituições que deveriam lhe defender mas estão nas mãos e vontades dos lobos. Fazem parte do jogo e dessa maneira validam irracionalmente tudo o que está acontecendo.
                     Esses tempos que estamos vivendo, são tempos de enfrentamento. Tempos de luta que deve ser acirrada: os lobos não têm contemplação, por que os cordeiros devem ter?
                     Porém enquanto os cordeiros governavam, os lobos tramavam e se empoderavam. Lembram do canhão d’água comprado pelo governo de São Paulo (http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2014/12/pm-tera-blindados-com-jatos-dagua-gas-e-ate-tinta-em-manifestacoes.html ) em uma época que não havia motins nem passeatas? Ultimamente até os cavalos operacionalizados no ataque aos cordeiros, têm proteção nos olhos e patas. Foram comprados em dias de bonança prevendo o que estava por vir.
                     Então, ou viramos todos predadores ou partimos para a luta com a consciência de que precisamos ter as mesmas armas que eles possuem para nos defendermos.

segunda-feira, 21 de outubro de 2019

Situação em Chile - Guerra civil, que temos medo de entabular!


Notícias do Chile
Como muitos já estão acompanhando, há uma verdadeira rebelião popular em curso no Chile. O país que era o exemplo sul-americano de estabilidade e modernidade explodiu.
Quero contar um pouco de como estão as coisas por aqui desde o início da rebelião.
Na semana passada o governo anunciou um aumento da passagem dos ônibus e metrôs de Santiago. O aumento anunciado foi de 30 pesos, mais ou menos 4 centavos de dólar. Um valor irrisório, se não fosse só a ponta do iceberg. No entanto, o buraco é mais embaixo, como dizemos no Brasil.
O Chile foi um dos berços ou laboratórios do que se conhece como neoliberalismo. Aqui, desde a ditadura de Pinochet, todo o plano econômico dos neoliberais da Escola de Chicago foi implementado desde fins da década de 1970. A maioria dos serviços públicos foi privatizada. As universidades públicas são todas pagas. No Brasil, temos a ideia de que algo público é gratuito, mas isso não é assim em vários países. No Chile, uma mensalidade em uma universidade pública pode custar mais do que em uma universidade privada. Como os salários das famílias são muito baixos (mais de 50% da população vive com menos de salário mínimo), as famílias não têm dinheiro para pagar as mensalidades. Isso gerou, há anos, um enorme problema de endividamento dos estudantes e de suas famílias. Aqui, um estudante que termina seu curso universitário e pode passar 10 ou 15 anos pagando os empréstimos que tomou.
A saúde pública também é paga. Não existe um SUS. Os hospitais públicos são caóticos, todos os anos morrem milhares de pessoas nas filas de espera. Quem tem dinheiro para pagar um plano de saúde privado acaba comprometendo grande parte de sua renda nisso, já que os planos não cobrem todos os gastos de atendimento hospitalário, internações, cirurgias, etc. Se uma pessoa fica doente e se salva, seguramente sairá com uma enorme dívida que terá que pagar pelos próximos anos.
Os direitos trabalhistas foram destruídos pela ditadura. A jornada de trabalho é de 45 horas, as férias são de 15 dias, os trabalhadores têm meia hora de almoço. A maioria dos sindicatos não têm nenhum poder de negociação, já que dentro de uma mesma empresa é permitida a existência de muitos sindicatos do mesmo setor (dentro de uma mina, por exemplo, podem existir 20 ou 30 sindicatos). O resultado disso é que os patrões fazem o que querem. A possibilidade de reação dos trabalhadores é pequena. E quando há sindicatos fortes, estão na mão de burocratas que defendem mais os patrões do que os trabalhadores.
Uma das heranças mais nefastas da ditadura é o sistema de aposentadorias. Todo o sistema é privado. A aposentadoria dos trabalhadores é administrada pelas AFPs, Administradoras dos Fundos de Pensão. São empresas privadas que utilizam a enorme quantidade de recursos que é descontada todos os meses dos salários dos trabalhadores para lucrar. O dinheiro das aposentadorias é utilizado para financiar os negócios dos próprios empresários, comprar ações de empresas, etc. Os próprios donos das AFPs, que também são donos de muitas outras empresas, bancos, seguradoras, etc., utilizam esse dinheiro para financiar, com baixíssimas taxas de juros, seus outros negócios. É uma mina de ouro. Esse é o modelo de capitalização individual que Bolsonaro e Guedes quiseram implementar já com essa Reforma da Previdência no Brasil. Ainda não conseguiram, mas o projeto virá logo mais. Trata-se de destruir o sistema público (INSS) para que as empresas privadas administrem o dinheiro acumulado pelos trabalhadores. A lógica das AFPs é nefasta. Essa enorme soma de recursos é investida no mercado. Se há ganhos, isso fica pros acionistas das AFPs, se há perdas, esse dinheiro é retirado da aposentadoria dos trabalhadores. E o pior, a maioria dos trabalhadores se aposenta com menos de 30% do que recebia antes. Isso explica em grande parte o enorme aumento do número de suicídios de idosos na última década.
Nos últimos anos milhões de chilenos saíram às ruas de forma pacífica contra as AFPs e defendendo a volta de um sistema público de aposentadorias (como o nosso INSS). A resposta dos governos (de “esquerda” e de direita) foi fazer promessas e não mudar nenhuma vírgula. Agora, pior, o governo de Piñera (atual presidente) mandou ao Congresso uma reforma que entrega ainda mais dinheiro para as empresas.
Nas principais empresas do país, a exploração é brutal. O Chile é o maior produtor de cobre do mundo. Os mineiros, com um longo histórico de lutas, e suas famílias, sofrem diariamente as consequências mais nefastas da mineração – as doenças pulmonares (como a silicose), doenças musculares, psicológicas, etc. Muitos mineiros trabalham longe de suas casas, em turnos de 10/10 (10 dias de trabalho, 10 de descanso), o que os leva a ter uma dinâmica familiar muito difícil e penosa.
A situação do principal povo originário, os mapuches, é dramática. Há séculos esse povo vem resistindo às ofensivas dos empresários e do Estado para tomar suas terras, que se concentram principalmente na região sul (a mais fértil) do país. Há séculos há uma verdadeira guerra contra os mapuches.
Dito tudo isso, agora podemos voltar ao aumento da passagem.
Na semana passada, então, o governo decidiu aumentar o preço da passagem. Um trabalhador ou uma trabalhadora que toma dois metrôs por dia pode chegar a gastar em um mês, 1/6 do salário mínimo.
O aumento, claro, não foi bem recebido. Nos dias seguintes ao anúncio, muitos estudantes secundaristas começaram a convocar “pulas-catracas” nos metrôs. O movimento se massificou. O governo respondeu dizendo que não ia diminuir o preço da passagem e colocou a polícia nas estações de metrô. Daí pra frente a coisa foi piorando. Muitos vídeos mostram a polícia jogando bombas de gás lacrimogênio dentro das estações, crianças vomitando, mães chorando, policiais empurrando estudantes pelas escadas. Obviamente o efeito dessas ações foi o aumento das manifestações.
Na sexta-feira (18) o governo militarizou completamente as estações, diante das convocatórias massivas dos estudantes. No horário de pico de saída dos trabalhadores, 18h-19h, o governo resolveu fechar as estações para evitar os pulas-catracas. Essa decisão fez com que milhares de trabalhadores não pudessem voltar às suas casas e tivessem que caminhar. Isso gerou manifestações espontâneas em várias partes da cidade. Na sexta a noite, os conflitos mais violentos começaram.
Em todos os bairros começaram os protestos e confrontos com a polícia. De noite, a coisa já tinha se generalizado. Em todas os bairros da capital já havia protestos. As famílias se somaram à juventude. A polícia reprimiu e reprimiu. A revolta tomou um caráter mais violento. Nessa noite, 16 estações de metrô e um enorme edifício da empresa de energia Enel (localizado na principal avenida de Santiago) foram queimados, houve saques em alguns supermercados e barricadas por toda a cidade. A polícia já não conseguia mais controlar as manifestações.
Na noite de sexta-feira, diante de uma enorme rebelião popular, o governo anuncia o Estado de Emergência na cidade, restringindo os direitos a manifestação e reuniões e passando o controle da cidade às mãos de um general. As Forças Armadas são autorizadas a ocupar a cidade. Mais de 300 pessoas são presas.
A intervenção das Forças Armadas jogou ainda mais lenha na fogueira. Aqui há uma enorme raiva de amplos setores sociais contra as Forças Armadas pelo papel que tiveram na ditadura – os milhares de torturados, assassinados e desaparecidos. A maioria dos militares envolvidos nesses casos nunca foi punida.
A noite de sexta-feira foi de conflitos e barricadas. Não sabíamos como iria amanhecer o dia seguinte. A presença das Forças Armadas seguramente intimidaria os manifestantes, pensava o governo. Nada mais equivocado.
No sábado a cidade amanheceu com panelaços e conflitos em praticamente todos os setores populares e alguns bairros de classe-média. Os conflitos agora não eram só com os policiais, mas com as próprias Forças Armadas. Ontem (sábado), os protestos se expandiram para todo o país, de norte a sul, de Arica a Magallanes. O governo decretou estado de Emergência em Valparaíso (cidade portuária com longa trajetória de lutas) e Concepción (uma das principais cidades do sul). Em Santiago, muitos supermercados de grandes empresas (Wallmart, por exemplo) foram saqueados ou queimados. Em um dos incêndios, três pessoas morreram queimadas. Muitas farmácias e grandes lojas foram saqueadas. Sobre os saques, há cenas muito interessantes.
Muitos deles foram protagonizados por famílias e pela população em geral. Em um vídeo que circula pela internet é possível ver um jovem lúmpen que sai carregando uma enorme televisão. Os trabalhadores que organizavam a barricada, ao ver o jovem saindo com a televisão, tomam-na de suas mãos e a atiram na fogueira da barricada. O televisor começa a arder em chamas. Os alimentos saqueados, em vários lugares, foram repartidos pelos trabalhadores presentes nas barricadas.
O processo é totalmente espontâneo e sem direção. Os partidos tradicionais não conseguem controlá-lo. O governo está perdido. Ontem, teve que retroceder e declarou a revogação do aumento da passagem. Ao mesmo tempo, o general encarregado de Santiago, anunciou um toque de recolher a partir das 22h. Nada poderia enfurecer ainda mais a população, que saiu às ruas massivamente após o toque de recolher e passou a noite nas barricadas enfrentando-se com a polícia e o exército. Os protestos ganharam muito apoio popular, apesar da campanha dos grandes meios de comunicação para criminalizar os “vândalos” que estavam queimando os metrôs e saqueando os supermercados. Entre os trabalhadores se armou também um grande debate sobre as táticas que devem ser utilizadas no movimento, já que a destruição do transporte público ou outros espaços públicos seguramente acabará significando uma perda para a própria população. Mas a raiva foi incontrolável.
Os vídeos da brutalidade policial e do exército circulam sem parar. Ontem, a cidade de Valparaíso, uma das mais combativas do país, foi completamente ocupada por tropas do exército. Os conflitos se estenderam por toda a noite de ontem. Muitos panelaços foram realizados de norte a sul do país.
Hoje o dia amanheceu relativamente tranquilo. Alguns ônibus circulavam por Santiago. O aeroporto, no entanto, não funcionou. Muitos voos foram cancelados, o que está gerando um colapso. Logo no início da manhã começaram as concentrações nas praças e outros lugares públicos. Na emblemática Plaza Itália, o conflito com o exército e a polícia não pararam um minuto. Mais incêndios, mais saques, muitas barricadas. O governo novamente anunciou o toque de recolher para as 19h (há duas horas).
Um novo fenômeno começou a aparecer. Grupos armados de traficantes ou relacionados com a própria polícia começam a assustar as populações mais combativas, atacar feiras e outros pequenos negócios. Há notícias de corte de água em vários lugares de Santiago. Os vídeos da brutalidade das Forças Armadas não param de circular. Se ainda não há nenhum assassinado pelas forças militares ou paramilitares, essa é uma possibilidade grande nas próximas horas ou dias.
A fúria popular é enorme e não parece que diminuirá tão cedo. O governo não tem outra resposta além da repressão. Já são 9 mil militares distribuídos pelas cidades ocupadas.
Enquanto escrevo essas linhas, escuto gritos, tiros e bombas ao lado de fora do lugar onde estou.
Bem vindos ao Chile, um oásis de modernidade e estabilidade da América Latina.
Por Ota C Rojas.

quarta-feira, 20 de março de 2019

Mangando com spies.

Pois vejo que meu blog está sendo monitorado por estadounidenses de todo o mundo. Há acessos até de locais não revelados.
Pois bem inventei uma criptografia só minha que apenas os entendidos entenderão.
Não é por nada não, spies, é pra tornar mais divertida essa nossa prosa e dar um pouquinho de trabalho para os software que decodificam mensagens cifradas de interesses escusos.

xyz965az.

O sapo não lava o pé. Não que precise, pois está sempre molhado mesmo, apesar da barba, não tem interésses, mesmo quando quem pega no pé tá com mais chulé que ele. Não tem chulé mesmo que digam de tudo dele. Tem muito girino invejoso que, mesmo não sentindo o odor, diz que ele tem! As cobras tentam enguli-lo, porém com medo de que ele fique maior - infle - mais ainda, só rastejam em sua volta.

Usam para pescá-lo um frog feminino, bonitinha, gordinha, apesar do bigode, mais falsa que nota de 3 pilas. Já tentou ferra-lo trezentas vezes, dizendo que tem chulé.

Mai laiká nóis laika, moni qui é gudi nóis num réve!

Intenderam chulezentos?


terça-feira, 11 de dezembro de 2018

Constatações -SÓ NA CABECINHA


Para estudos posteriores da nova era colocada para o País Brazil pelo clã Bolsonaro.

Adicionar legenda


CONSTATAÇÕES
Mais de 20 comandante de policias militares ESTADUAIS estiveram reunidos com #bolsonalha. Últimos acertos acerca da repressão generalizada sobre movimentos sociais?

No brasil não há Pena de Morte. Há pena de execuções. Estes dias vi defesas ferrenhas de morte por execução de um marginal que tinha uma garota como refém. Lembro do meu tempo de quartel quanto às instruções de tiro: Sempre para matar.  Não se fazia referência a tiros paralisantes que podem ser disparados de modo a neutralizar ações. Do mesmo modo, todo o treinamento das Polícias é para atingir órgãos vitais. Nesse contexto vem eleitos que comandarão as polícias dizerem que a partir de Janeiro de 2019 (diga-se de passagem, ano santo) os tiros deverão atingir “só na cabecinha”. (https://www.opovo.com.br/noticias/politica/ae/2018/11/a-policia-vai-mirar-na-cabecinha-e-fogo-afirma-wilson-witzel.html)
Lembram-se do Policial Federal que pendurava a foto de Dilma (sua chefe) no lugar de alvo no stand de tiro?
Hoje uma notícia de um julgamento de um “comerciante” que ao ser assaltado, baleou os dois bandidos e não satisfeito, ao serem imobilizados pelo Samu para atendimento matou a sangue frio os dois, tomando a  lei para si numa afronta a tudo que de legal existe.
Outra notícia não espalhada pela grande mídia mas que circula na rede, por morte de um policial seus colegas põe fogo em uma favela em Curitiba. (https://www.tribunapr.com.br/noticias/seguranca/moradores-acusam-policiais-de-causarem-incendio-devastador-chegaram-igual-exercito-e-encapuzados/)
Já dá para ter uma noção do por que não ter andado a investigação da morte de Marielle que foi executada  por uma das milícias do Rio de Janeiro. Alie-se ao fato de que apoiadores da campanha da família #Bolsonalha foram presos por pertencerem a essas quadrilhas.
Campanha aberta com patrocínio da Taurus para armarem a população.
Um conselho de amigo. Se não quiseres morrer na mão de um #bolsonalha, compra um revolvinho e faça curso de tiro pois a coisa vai encrespar a partir de Janeiro de 2019!

Post scriptum: acelerem com o curso e com a compra da arma. Já estão entre nós os bandidos com perfil americanos que matam inocentes e depois se matam. Começaram cnotra a igreja católica e estudantes.
Com certeza em breve voltaremos com novas notícias pertinentes.

segunda-feira, 8 de outubro de 2018

Perderemos

Mas voto em Haddad mesmo assim!

Quem pagou a conta do golpe, está "lixando-se" para quem ganhar o 2º turno das eleições no Brasil!
Quem ganhar não faz a menor diferença para os planos de colonialismo já instalado no País. Senão vejamos enquanto discutíamos elenão e elesim, a propriedade de 70% do pré-sal  passou para mãos estrangeiras por "merreca".

E la nave vá.

Se ganhar elenão, continua a mesma coisa para os patrões. Ainda irá a Amazônia diretamente para Tio Sam de inhapa. Ficará pior no social. Os aidéticos que se virem ou algo assim. Pra que leis que protejam minorias? Fico em dúvidas se o fuzilamento dos Petralhas será executado com presencial do presidente em um ato único ou será paulatino com uma cota por Mês e amigos dos mesmos apontando quem serão as vítimas afinal estamos em crise e o preço da bala extrapola o preço de um petralha. O quadro para nós é o pior possível. Pobre não terá vez.
Só terão vez os pobres que, como o presidente, teve mérito: aposentou-se pelo exército que, idêntico ao judiciário, "pune" malfeitos com aposentadoria nababesca. As nossas aposentadorias serão dificultadas e já para depois das eleições para que não pareça que seja coisa sua.

Se ganhar elesim, haverá alguns percalços, que a tropa de choque eleita pelos nazistas em todo o pais, matará no peito e sem deixar cair fará o gol e correrá para o abraço de quem puxa as cordinhas. Será uma vitória de Pirro se não tiver o jogo de cintura do mestre Lula. Por cima de tudo isso, mesmo sem ser sua culpa, como Dilma, ficará a pecha de mau governante e confirmará que PT nunca mais.

Em fim se pularmos da frigideira caímos no fogo.

Mesmo assim luto pelo que acho de melhor!

(PS: Esse é o verdadeiro tamanho do PT. O que tíhamos nos outros anos era o tamanho do projeto do PT precisamos aumentar a base de qualquer jeito!)

FICA MEU BRADO: SPY GO HOME