No agro seu feisse. No agro, nisso que estou pensando. Hoje, depois de muitos anos, vi reportagens do Globo Rural. Sobre o agro. Duas reportagens que trazem duas situações diferentes. Antes disso, quem sou eu pra falar sobre o agro? Não entendo nada da cultura do Soja. Quando recém estavam implantando as lavouras dessa oleaginosas eu já tinha saído da Escola Rural em que fazia o curso de Técnico Agrícola. Conheço a cultura do milho e do trigo. Conheço as culturas das olericulas. Conheço práticas alternativas para potencializar com práticas orgânicas, os solos. Sei fazer solos pobres tornarem-se ricos. Fui um dos primeiros criadores de minhoca vermelha da califórnia no RS. Me interesso por técnicas que são trazidas pelas instituições de desenvolvimento agropecuário como um todo. Então não é só o conhecimento de como plantar, adubar, colher. Em que isto está inserido? Qual é a preocupação com meio ambiente? Quais recursos que posso tirar dele, sem agredi-lo? Que posso fazer para potencializar esses recursos e melhorar a meu favor? Que técnicas posso usar para não depender dos humores do clima? Em uma palestra que dei na Escola Técnica de Agricultura em Viamão - RS, provoquei um auê entre os professores da área da Bovinocultura com a afirmação de que cuidava melhor do meu gramado(que somente me dava prazer, sem nenhum retorno econômico) do que os pecuaristas da região com solo sobejamente pobre. Questionado sobre como poderia fazer frente ao problema, coloquei que abandonar a pecuária extensiva pura e aos poucos implantar piquetes para fazer rodízio com a gramínea utilizada na região. Investimento em cercas, água, e uma passagem de roçadeira por dia no piquete que foi utilizado. Isso daria uma terminação de 10 vezes mais por hectare. Mas por que não investem? É mais fácil deixar o gado em uma lotação de um boi por 1,5 hectares, tomando água no banhado e pastando pastagem ruim e levando 2 anos para terminar. Não precisa manejo a não ser aquele obrigatórios como a vacinação. Normalmente fica muito mais difícil esse manejo pois o gado não está acostumado (xucro).
Até 2013 tinha sob meu comando 6 blogs onde tratava de vários assuntos que enfocavam vários de meus interesses. Por vontade própria, foram deixados de lado por motivos de foro íntimo. Retorno como blogueiro, trazendo como sempre fiz, assuntos variados, mais comedido mas ainda interessado na verdade. Escolhi como título o "Churrasqueiro" por que, para o gaúcho, o ambiente da churrasqueira é propício para a colocação e discussão de todos os assuntos.
COSTELÃO DE NOVILHA
A PROVA DE QUE APRENDI A ASSAR...
domingo, 2 de janeiro de 2022
O Agro é Tech? O Tech é Pop?
sábado, 4 de dezembro de 2021
Quando um agradecimento se faz necessário
Hoje estou magnânimo. Quero fazer agradecimentos. Sinceros pois me vem do recôndito de minha alma. Podem ter pinceladas de mau humor, cacos de cinismo, restos de arrogância. Podem vir marcados por vírgulas de hipocrisia, exclamações de mordacidade, parênteses de sarcasmo mas finalizando com pontos de verdade.
sexta-feira, 12 de março de 2021
Até as pedras (seres inanimados sem vontade) SABIAM
Até as pedras sabiam e mesmo assim aconteceu por pensamentos mágicos que relegam ao limbo ciências, história, conhecimentos, declarações...
Até as pedras sabiam o que havia por trás da perseguição da mídia a um projeto de país que incluia todos no desenvolvimento.
Até as pedras sabiam que o que a mídia alardeava sobre a economia do período petista, era forjado, fictício, tendencioso e tinha um fulcro que embasava o golpe.
Até as pedras sabiam que uma presidente honesta, não poderia ser derrotada por erro seu.
Até as pedras sabiam que precisavam compor mentiras para tirar uma presidenta que não se rendeu às falcatruas do corrupto legislativo e judiciário.
Até as pedras sabiam que "pelos isso pelas aquilo" usados como justificativas escondiam o valor da compra dos votos.
Até as pedras sabiam que o que viria com a "Ponte para o futuro" nos faria retroceder econômica, socialmente e como País ao século anterior ao presidencialismo. Com servidão de trabalhadores, sem direitos duramente conquistados, com condições de saúde que beiram ao século da Peste negra.
Até as pedras sabiam que o que se seguiu nas áreas trabalhistas e previdenciárias aviltam os trabalhadores brasileiros levando-os à condição de novos escravos.
Até as pedras sabiam da podridão da lava-jato, suas camangas, suas candongas, suas sujeiras, suas falcatruas para tirar um estadista da disputa da presidência.
Até as pedras sabiam que o candidato e futuro presidente era: inepto de primeiro ao quinto, olhando-se de frente aos fundo e vice versa (invertido), inescrupuloso, problemático quando do seu passado no exército, ineficiente no congresso por longos 30 anos, mentiroso ao extremo, violento ao extremo se valendo de milicias para extinguir desafetos, medroso perdeu arma e moto para um bandido comum.
Até as pedras sabiam que se valeria de conluio com militares do mesmo quilate para arrasar com o país e saquear à vontade cofres e empresas públicas.
Até as pedras sabiam que todos esses "predicados" do "milico bunda-suja" (quem afirmou foi Geisel) nos levaria ao caos na pandemia.
Até as pedras sabiam que os generais subalternos postos em seu governo sob seu tacão perverso, ao serem alinhados com suas ideias, fariam de tudo para não socorrer a população da maneira necessária para prevenir e curar os infectados nessa pandemia?
Até as pedras sabiam que o que aconteceu no Amazonas se espalharia por todo o país e nada foi feito?
Até as pedras sabiam que a falta de leitos ocorreria aqui no resto do Brasil e nenhuma providência foi tomada por administradores de hospitais, secretários de saúde, ministros, prefeitos e governadores numa negação infame.
Até as pedras sabiam que ao iniciar a bandeira preta de forma irreversível faltaria oxigênio e nenhuma providência foi tomada pelos atores que mencionei.
Até as pedras sabiam que a cloroquina e invermectina sobram nas prateleiras quando faltam os MEDICAMENTOS que ajudam aos pacientes suportarem dores, a intubação, o decúbito frontal nas uteís num sofrimento que obriga os atores da linha de frente amarrarem os pacientes para que fiquem, mesmo com dores subjugados ao parcos equipamentos de que dispõe para salva-los.
Até as pedras sabiam que os óbitos ocorreriam num crescendo, para gáudio do segmento econômico funerárias que nunca faturou tanto.
Até as pedras sabiam, até as pedras sabiam...
Eu sabia você não sabia por quê?
terça-feira, 20 de outubro de 2020
Primavera
Molto caldo in Itaara.
sábado, 17 de outubro de 2020
Ao MST com Louvor!
domingo, 16 de agosto de 2020
O que a história dos "vitoriosos" não conta!
Luis Avelima
Em 16 de agosto de 1869 em Eusebio Ayala (Paraguai) ― no marco da Guerra da Tríplice Aliança (1864-1870) ―, os luso-brasileiros degolam 3.500 crianças-soldados entre 9 e 15 anos no massacre de Acosta Ñu. Neste dia se celebre nesse país o Dia da Criança.
Escreveu Júlio José Chiavenatto: “Os meninos de seis a oito anos, no fragor da batalha, apavorados, se agarravam à pernas dos soldados brasileiros, chorando que não os matassem. E eram degolados no ato. Escondidas na selva próxima, as mães observavam o desenrolar da luta. Não poucas pegaram lanças e chegaram a comandar um grupo de meninos na resistência. Finalmente, depois de um dia de luta, os paraguaios foram derrotados. O conde D’Eu, o comandante da guerra, depois da insólita batalha de Acosta Ñu, quando estava terminada, ao cair da tarde, as mães dos meninos paraguaios saíam da selva para resgatar os cadáveres de seus filhos e socorrer os poucos sobreviventes, o conde D’Eu mandou incendiar o mato, matando queimados meninos e mães.
Mandou cerca o hospital de Piribebuy, mantendo em seu interior os pacientes ― em sua maioria jovens e meninos― e o incendiou. O hospital em chamas ficou cercado pela tropa brasileira que, cumprindo as ordens, empurrava a ponta das baionetas dentro das chamas dos enfermos que milagrosamente tentavam sair doa fogueira. Não se conhece na história da América do Sul pelo menos, nenhum crime de guerra mais hediondo que esse!