COSTELÃO DE NOVILHA

COSTELÃO DE NOVILHA
A PROVA DE QUE APRENDI A ASSAR...

quinta-feira, 6 de junho de 2024

Aula de Geopolítica Imperial

 

Esse foi um artigo meu recente para o site Middle East Monitor, , um dos maiores sites de notícias sobre o Oriente Medio do mundo. Nesse artigo explico por que os EUA, apesar do retumbante fracasso no Afeganistão, tiveram um imenso LUCRO FINANCEIRO promovendo guerras, assassinatos de crianças e genocídios nos 20 anos no Oriente Médio.
"Um obsceno, desumano, e imensamente lucrativo negócio. Muitos brasileiros imaginam que a tal Guerra ao Terror, ou seja, as invasões criminosas dos EUA ao Afeganistão, ao Iraque, à Líbia, e depois à Síria, travestidas de “vamos levar a democracia e salvar as mulheres desses países” possam ter sido, além de um retumbante fracasso militar, um espetacular prejuízo à maior potência bélica do mundo e aos aliados da morte. Nada poderia estar mais longe da verdade.
Para entendermos por que isso é tão falso, é necessário voltarmos a 2003 e à invasão do Iraque, vendida ao mundo como humanitária e justa pelas “ provas” que os norte-americanos teriam de que o Iraque possuía armas químicas e de destruição em massa. Armas que jamais foram encontradas porque simplesmente jamais existiram.
Os EUA causaram o genocídio de um povo que já estava de joelhos devido às sanções que vinha sofrendo. Entre março de 2003 e agosto de 2007, a Guerra do Iraque matou de mais de um milhão de iraquianos, entre mulheres, crianças e jovens, produziu mais de 5 milhões de refugiados, produziu a fome e o empobrecimento em massa, e permitiu o roubo do maravilhoso patrimônio cultural do país que foi um dos berços da humanidade. Negociantes norte-americanos de antiguidades encomendaram o roubo de milhares de relíquias do império abássida, da época de ouro de Bagdá, da cidade que foi durante mais de 1000 anos uma das capitais mais lindas, avançadas cientificamente, tolerantes e mais ricas do planeta, uma espécie de farol do mundo durante a Idade Média, época em que o Ocidente estava mergulhado nas trevas do feudalismo, da servidão miserável que produzia apenas fome, das guerras entre pequenos reinos que não formavam sequer uma nação e de pequenos tiranos que se matavam entre si, enquanto a Igreja proibia que milhões de jovens pobres estudassem e queimava mulheres nas fogueiras.
Bush Jr desconhecia completamente a história de Bagdá como um dos berços da civilização humana e chegou a dizer várias vezes que os EUA fariam uma “ nova cruzada”, até ser corrigido por um de seus assessores, que lhe explicara que que essa era uma péssima analogia pois os cristãos haviam matado muito mais que os muçulmanos e cometido mais atrocidades durante as Cruzadas e os fatos eram confirmados pelos maiores historiadores do mundo.
As imagens da invasão criminosa dos EUA ao Afeganistão, de crianças mutiladas e mulheres ensanguentadas ao lado de seus bebês, povoariam meu coração e minha mente para sempre, desde que as vi pela primeira vez num telão da Via Veneto, em Roma, onde eu morava naqueles anos.
Além de uma tristeza imensa, as imagens me intrigavam pela rapidez da resposta da CIA e do governo Bush aos ataques. Ainda em setembro de 2001, em Roma, descobri que jovens muçulmanos, meus amigos, que viviam e estudavam na Itália, e haviam viajado para seus países de origem nas férias de verão, estavam sendo impedidos de voltar a Roma e que a Itália, presidida então por Berlusconi, estava assinando acordos militares com os norte-americanos e liderava uma campanha midiática de ódio religioso e islamofobia que me envergonhavam profundamente como cristã.
O povo iraquiano mergulhava no que se transformaria em duas décadas de fome, miséria, medo, destruição de vidas, escolas, passado e futuro, ao mesmo tempo em que as empresas norte-americanas de petróleo mergulhavam em duas décadas de prosperidade, ambição de domínio mundial, riqueza jamais vista. Se as armas químicas jamais foram encontradas pela CIA e pelos militares norte-americanos, os poços de petróleo e as reservas que valiam bilhões foram encontradas nas primeiras semanas de invasão dos EUA ao país, e hoje pertencem multinacionais americanas como a Exxon, ou seja, criam riquezas, empregos, lucros estratosféricos para investidores e empresários norte-americanos.
Os norte-americanos convenceram o mundo de que essa era uma guerra da civilização contra a barbárie, do cristianismo ocidental, que” jamais errara”, contra muçulmanos malvados, terroristas e estupradores, mesmo que a História das Cruzadas e da Reconquista violenta da Andaluzia pelos reis cristãos evidenciassem que o oposto acontecera durante séculos(...)
As justificativas para mais guerras, depois de já terem invadido 38 países do mundo nos últimos 70 anos, patrocinado ou apoiado Golpes militares como os do Chile e do Brasil, destruído dezenas e dezenas de economias do mundo, matado milhões de inocentes, e jogado duas bombas nucleares no Japão, em Hiroshima e Nagazaki, no final da II Guerra Mundial, eram “encontrar Bin Laden, destruir a Al Qaeda, destruir o Talibã no Afeganistão, e, claro, salvar o povo sofrido do Iraque e do Afeganistão”.
(...) Minha filha, uma menina observadora e curiosa como eu na sua idade, me diria, pedindo uma explicação, dois dias depois da saída dos EUA de Cabul: "Mãe, os EUA mataram mais de 200 mil pessoas no Afeganistão, e mais de um milhão de pessoas no Oriente Médio, eu li que eles gastaram dois trilhões de dólares lá, mas as pessoas estão se pendurando em aviões, as crianças estão passando fome e o Talibã voltou, então, eles mataram tantas pessoas por nada e ainda tiveram esse prejuízo!
Naquela noite expliquei à minha filha, com imensa tristeza pelas amigas refugiadas afegãs que conheci em Roma, como Latiffa, com quem tenho conversado desde então, que os EUA, sua fábrica de matar mulheres e crianças, seus senhores da morte e sua indústria armamentista jamais tiveram prejuízos nessas duas décadas.
Expliquei a ela que o complexo industrial-militar norte-americano é composto por 14 mil companhias que empregam cerca de 3 milhões de pessoas. As cinco maiores fabricantes de armas no mundo são empresas norte-americanas que alcançaram juntas um faturamento de mais de US$ 165 bilhões em 2019.
Ou seja, o dinheiro gasto e perdido é socializado e dividido entre os contribuintes dos EUA, um país com mais de 40 milhões de pessoas vivendo na linha da pobreza e sem assistência médica básica, mas o lucro obtido através das guerras e das mortes de milhoes de muçulmanos é privatizado. Ganhar ou perder uma guerra em solo estrangeiro não é importante para a indústria da morte norte-americana. O relatório da Universidade Brown, divulgado em 2021, apontou que o Pentágono gastou desde 2001 quase 6 trilhões de dólares em invasões e guerras(...)
Pode ser uma imagem de 3 pessoas e texto que diz "i monitordooriente.com os EUA e suas indústrias da morte são a grande ameaça à paz mundial, e não o Oriente Médio"
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segunda-feira, 13 de maio de 2024

Se Deus quizer.

Deus está permeando a catástrofe do Rio Grande do Sul. Uns o condenando por permitir e outros apelando a ele pra que tudo se resolva. Tudo isso no melhor entendimento humano dos eventos naturais aos quais estamos expostos.

Vou contar uma estorinha, curiosamente, sobre enchente. Uma pessoa ficou horas em uma árvore com o corpo mergulhado quase que totalmente n'água e rezava/orava com fervor ao seu Deus. Um vizinho estava passando em um bote e lhe ofereceu  ajuda. Ele declinou e afirmou fervoroso: Eu já pedi ajuda a meu pai maior e ele irá atender, muito obrigado. Passou-se mais algumas horas e já à noite, uma lancha da Defesa Civil, alertado pelo vizinho, logrou encontrá-lo e insistiram que ele os acompanhasse. Negou o auxílio novamente. Reforçando o que já dissera ao vizinho, com um adendo: Ele não falha! A manhã surgiu e com ela um helicóptero que se aproximou e baixou um socorrista até o nível do exausto homem que pela terceira vez rejeitou o auxílio em prol do milagre a um nível superior. Aborrecidos o abandonaram. Não aguentando mais seu corpo cedeu e morreu afogado. Em chegando ao céu, já que muito temente a Deus, questionou o recepcionista puxa, passei o tempo todo orando/rezando ao Senhor pedindo por uma ajuda dos céus e ele não me atendeu. Homem de muita fé e pouco tirocínio! Bradou o Recepcionista! Pessoalmente fui encarregado de lhe dar o amparo e três vezes eu guiei pessoas e você não aceitou!

Quem está reclamando do abandono que seu Deus deu aos gaúchos está fazendo exatamente como o recém chegado aos céus. Há estudos da Metroplam sobre conteção de cheias e proteção de encostas que simplesmente não foram acatados achando que algum Deus sairia em defesa dos seus municípios da Grande Porto Alegre. Dotações orçamentárias para manutenção da defesa de pluvial de Porto Alegre - Revitalização dos diques, manutenção das comportas anti-águas e bombas de recalque das águas fluviais caídas intra defesa da capital.- não foram aplicadas! Ao par disso, foram eleitos pessoas com objetivos totalmente avessos ao meio ambiente. Quase os ouço dizendo Deus Proverá! Afrouxamento total de Legislação Ambiental chegando ao absurdo de conceder, a quem queira implantar algum negócio em área sensível, fazer "estudo" e Laudo aprovando o empreendimento! 

Quanto aos que abanam aos Céus terceirizando suas culpas pelo apoio a quem menospreza meio-ambiente e menospreza o Estado a não ser quando este os socorre, um aviso: Os Deuses, sejam eles qual forem, não são seus vassalos. Continuarão mandando Josés Lutembergers, Caios Lustosas, Augustos Carneiros, Alfredos Ferreiras e entidades como Agapans e Metroplans. Só temos que ouvi-los e aceitar suas ajudas votando em pessoas que se importem com a coisa pública, com o povo(público), com a Ciência, com nossa inserção no mundo. Aí sim estaremos dando uma oportunidade aos seus Deuses e poderemos louvá-los a plenos pulmões.

quarta-feira, 13 de março de 2024

Ode à dona Mariazinha.

 Dona Mariazinha, ou Vó Deza ou Dona Mariquinha, ou Dona Maria, ou Maria Augusta dos Santos Carvalho, nascida a 08 de Março do ano santo de hum mil novecentos e quatro, filha de Felício Hipólito dos Santos, alferes no Paraguai e Zulmira dos Santos, ambos de descendência portuguesa, pois pois.

Tive o prazer de participar de sua vida quando na puberdade e juventude, me afastando, já reservista e meio encaminhado na vida, para Porto Alegre. 

Não mencionei a infância pois ela esteve muito atuante no mister de "de menino é que se torce o pepino" do metido a "degas"(1) aqui.

Na transição, já com o "pepino endireitado", não tinha como escapar da ajuda necessária de muitas lidas que a inquieta Mariazinha achava que devia fazer. Em outros tempos que não o meu, morto o esteio da família o Alferes Felício, os irmãos ficaram tartamunhando sem iniciativas  para produzir os alimentos necessários para a vida da Colônia, tomou as rédeas e fez com que eles na roça de milho fizessem vergas com os bois em filas na distância regulamentar e deixassem pra lavrar no intervalo para depois que o plantio fosse feito. Extremamente prática, não se deixava abater pela pobresa que sempre rondou sua trajetória. Fome nunca passamos pois suas "invencionices" davam um jeito de suprir nossas necessidades. Era um planta diferente (exemplo: feijão guandu ou ervilha dos  índios) nos matando a fome com um osso carnudo a nos dar proteína cozido junto. As galinhas no galinheiro para ovos e carne. As árvores frutíferas que vicejavam no quintal amplo. Delas muitas vezes tirava um dinheirinho pra uma roupa, um calçado,um corte de tecido...

Essas lidas me deram aprendizado muito bom em ter conhecimento bem diversificado e que me auxiliaram na vida profissional, balizaram meu caráter colaborativo e analítico. Saber suprir necessidades usando de coisas à nossa disposição, observar, saber onde buscar suprimentos, enfim, estar "antenado" para resolver problemas técnicos ou  do dia a dia.

O que tenho muito vívido nesta minha "mala de garupa da cachola" era o aproveitamento que ela fazia das frutas da estação. Frutas das comadres que eram muitas e as doavam e quem tinha que ir apanhar era eu, com prazer diga-se de passagem pois sempre gostei de comer fruta direto do pé. Uma esfregada na camisa e "boca? pra que te quero?"

Ela descobriu, certa vez que um comerciante forte de Ijuí dos anos 1950/60 vendia frutas secas pra fazer chá ou doces de calda; todo o tipo de doces duro (goiabada, perada, pessegada, uvada, figada); doces moles tipo chimia (schimier em alemão) e geléias e que gostaria de vender esses mesmos mas artesanais. Juntou a fome com a vontade de comer!

Arrumou um tacho de cobre emprestado e nas devidas época de cada fruta, nosso patio transformava-se em uma doceria. Fogo de chão com alguns tijolos, o tacho equilibrado em cima, uma pá de madeira de Pinho (araucária ainda existente) uma labuta de descascar, tirar a polpa e moer na máquina de moer carne, separar caroços e cascas para fazer geléia. A par disso, preparar também frutas com cascas para secar entre duas peneira ao sol. Doces e passas feitos logo entregues por um bom dinheirinho no Bernado Gressler. Algum desses sempre ficavam um pouco pra consumo da família, principalmente os netos que os degustavam com gosto.

Para os netos também tinha os negrinhos/brigadeiros dos doces duros. Os docinhos de leite e as cocadinhas. Os pães de minuto e as cucas.

As coisas em que coloquei atenção, refaço pra consumo próprio. Hoje mesmo fiz uma chimia de goiaba. Acontece que moro em um condomínio em que as frutas estão presentes: limões, laranjas, cerejas, caquis, goiabas, bergamotas/tangerinas, butiás, araçás, pitangas com diferentes épocas de produção. Com as que sei fazer os doces, o faço. Até pra que minhas netas saibam como se fazem.

Então esse voto de louvor a minha mãe que no último dia 8 de março estaria completando 120 anos.

Não é coincidência que nasceu no dia em que se comemora o dia da Mulher.

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2024

Nome aos bois

Todo mundo terráqueo está querendo a paz no Oriente próximo. Menos os envolvidos no que se chama guerra contra o Hamas. Aliás os de sempre: United States of América (do América first do Lunático Trump), Inglaterra (que ofertou uma de suas colônias para o novel estado criado na ONU) e França. Alguns se abstém de opinar, 124 - cento e vinte e quatro - querem a paz mas não dão nome aos bois por pruridos diplomáticos. Dois - 2 - acertaram na comparação entre o que aconteceu na Alemanha e o que acontece na Palestina: Turquia e Brasil. Mais, Turquia já está se preparando para intervir. Brasil com a postura dura quer a interferência da ONU ou que esta se desfaça pois inoperante na busca por uma solução pacífica. O Brasil de Lula quer a PAZ, quer estancar a matança de uma população já esfacelada. Basta olharmos os números: 70 % dos quase 30.000 palestinos mortos (se já não aumentou) são de mulheres e crianças. Há um percentual significativo também de velhos. Não é uma "guerra contra o Hamas", há um GENOCÍDIO CONTRA TODO UM POVO. 

Contra a crueldade de uma guerra sem quartel, não deve haver citações suaves e sim as mais ácidas possíveis para que doam. Para que se desnudem as falácias de falsos profetas que proliferam no Brasil e de uma mídia vendida desde o século passado. É o que penso.

quinta-feira, 18 de janeiro de 2024

Mercedita

 Letra

(Em espanhol)
Que dulce encanto tienen
Tus recuerdos mercedita
Aromada, florecida
Amor mio de una vez
La conocí en el campo
Allá muy lejos una tarde
Donde crecen los trigales
Provincia de Santa Fe
Y así nació nuestro querer
Con ilusión, con mucha fe
Pero no se porque la flor
Se marchitó y muriendo fue
Y amándola con loco amor
Así llegue a comprender
Lo que es querer, lo que es sufrir
Porque le di mi corazón
Como una queja errante
En la campina va flotando
El eco vago de mi canto
Recordando aquel amor
Pero a pesar del tiempo
Transcurrido es mercedita
La leyenda que hoy palpita
En mi nostálgica canción
Y así nació nuestro querer
Con ilusión, con mucha fe
Pero no se porque la flor
Se marchitó y muriendo fue
Y amándola con loco amor
Así llegue a comprender
Lo que es querer, lo que es sufrir
Porque le di mi corazón
Em Português
Que doce encanto traz
à minha lembrança Mercedita
Minha flor e a mais bonita,
que uma vez tanto amei
Há conheci no campo,
há muito tempo, numa tarde
Onde crescem os trigais,
província de Santa Fé
E assim nasce nosso querer
Com ilusão, Com muita fé
Mas eu não sei porque a flor
foi murchando até morrer
E amando-a com louco amor
Assim cheguei a compreender
O que é querer, o que é sofrer
por lhe dei meu coração
E como o vento errante
Nas coxilhas vai soprando
Um eco vago do meu canto
Vai lembrando aquele amor
Mas apesar do tempo
já passado, és Mercedita
A lembrança que hoje palpita
A minha triste canção
E assim nasce nosso querer
Com ilusão, Com muita fé
Mas eu não sei porque a flor
foi murchando até morrer
E amando-a com louco amor
Assim cheguei a compreender
O que é querer, o que é sofrer
por lhe dei meu coração
Que doce encanto traz
à minha lembrança Mercedita
Minha flor e a mais bonita,
que uma vez tanto amei
Há conheci no campo,
há muito tempo, numa tarde
Onde crescem os trigais,
província de Santa Fé
E assim nasce nosso querer
Com ilusão, Com muita fé
Mas eu não sei porque a flor
foi murchando até morrer
E amando-a com louco amor
Assim cheguei a compreender
O que é querer, o que é sofrer
por lhe dei meu coração.
Fonte: Blog La Pampa Gaucha
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quinta-feira, 28 de dezembro de 2023

Os amigos

 Vai-se o primeiro amigo, tão logo cumpre sua jornada.

Vai-se outro mais...mais outro...enfim dezenas...

De amigos, colegas, parentes, conhecidos 

Vão-se  tão logo cumprem suas terrenas jornadas apenas.

...

Bem assim, quando as amarguras desta vida

Não mais devem nos afetar, voltamos ao lar

Feito as pombas de Raimundo Correa.


domingo, 3 de dezembro de 2023

Caponata da prima

Caponata de beringela
Ingredientes (6 porções)
2 beringelas grandes
1 pimentão vermelho
1 pimentão amarelo
1 cebola grande
3 dentes de alho amassados
200 g de azeitonas verdes picadas
100 g azeitonas pretas picadas
200 g de champignon picado
Orégano a gosto
Sal a gosto
Salsinha e cebolinha a gosto
Azeite para refogar e para cobrir a conserva

Já escrevo o " modo de fazer" 

Modo de preparo da Caponata

Tempo de preparo: 40m
1.Descasque as beringelas e corte-as em cubinhos ou tirinhas.
2.Tire as sementes dos pimentões e corte-os em cubinhos ou tirinhas.
3.Em uma panela, refogue a cebola picadinha junto com o alho amassado e o orégano no azeite.
4.Junte a beringela e os pimentões.
5.Mexa para não pegar no fundo.
6.Acrescente as azeitonas e o champignon.
7.Prove e acerte o sal se necessário.
8.Depois que a berinjela estiver bem molinha, apague o fogo e acrescente a salsinha e a cebolinha.
9.Coloque em um refratário de vidro e deixe esfriar.
10.Esterelize um pote de vidro (com tampa) jogando água fervente dentro dele.
11.Depois que esfriar, coloque a caponata no pote de vidro, cubra com azeite, tampe e leve à geladeira.
12.Depois que estiver gelada já pode consumir, porém ela fica mais gostosa no dia seguinte.
13.Ideal para servir como aperitivo com torradinhas ou pão italiano.