COSTELÃO DE NOVILHA

COSTELÃO DE NOVILHA
A PROVA DE QUE APRENDI A ASSAR...

quinta-feira, 19 de março de 2015

Angu de Caroço...

               Havia uma troca de ideias (essa palavrinha ficou horrível sem acento) na postagem de um amigo sobre supostos fantasmas de parte a parte: Um dizendo que o fantasma era do outro e vice-versa (para um o fantasma era o comunismo, para o outro o intervencionismo americano do norte), resolvi meter minha cucharra(gauhês= colher rústica feita com os cornos/guampas dos vacuns):

               Quando o angu encaroça, gosto, por gosto mesmo, colocar a colher, a colher não, melhor um garfo, para desencaroçá-lo, se me perrmites amigo Antonio Antônio Salazar Fagundes. 
               Há um script muito bem definido em todas as ações do nosso "mui amigo" do norte, nas nações em que ele "colocou o dedo", "mexeu os pauzinhos", "defendeu a democracia". Iraque, Egito, Líbano, Paquistão, Síria, Ucrânia. 
               Vamos pegar o exemplo da Ucrânia. Soros deu o apoio financeiro via uma "Fundação" criada especialmente para esse fim, coloquei há dias uma reportagem que retrata bem isso. Uncle Sam financia armas, dá apoio militar, derruba avião comercial (já está provado) e ataca Rússia via mentiras e bloqueios. Por que há mercenários lutando na Ucrânia? Quem os paga? Não é a Ucrânia pois está quebrada. Quem foi chamado para executar isso? O que há de pior que a segunda guerra derrotou: a direita nazista. Por que fez isso? São aguerridos, violentos, não tem medo de se expor. Qualquer outra facção ainda tem pruridos e não partem para o confronto físico com seus iguais. O discurso para que se façam essas ações e tenham um mínimo de credibilidade: É uma ditadura, é cruel, é corrupta. Como suas ações não o fossem. 
                 Como ficam depois os países "libertados"? Analisem vocês. Os grupos formados, armados e financiados pelo Tio Sam voltam-se contra ele e tudo o mais que se interponha. Estão esfacelados mas as riquezas estão continuamente saindo a preço que Tio Sam estipula, Quem ganha? Quem apoiou. Algum paralelo com Venezuela, Brasil e Argentina?
                 Está na fase inicial. No Brasil os bagunceiros em 2013, fizeram um grande alarde. Em 2014, achando que estavam com a eleição ganha, amainaram. Em 2015 reiniciaram. Uma análise extremamente superficial identifica quem está protestando. Há pesquisas sócio-econômicas que apontam para uma parcela branca, mais abastada que a média, mais escolarizada (o que pelos padrões anteriores ao ENEM, denotam que muitos se utilizaram do Estado para atingir isso). Uma análise das fotos de figuras importantes que desfilaram seu "desagrado" estão corruptos de todo porte suspeitos, suspeitos plus e condenados. 
                  O mote a corrupção. Mas uma corrupção qualitativa: só do período mais recente, mesmo que as raízes em forma de delatores/corruptos/empresários iniciaram com um uma lei que abrandava os controles feita nos anos dourados que antecederam o período petista. 
                  Exatamente como foi feito em 1954, 1961 e 1964. Já passamos por isso. Já vimos isso. Foram feitos ajustes para se adequar aos novos tempos de "democracia", "estado de direito". Tanto que um dos motes é intervenção militar constitucional! 
                 Ah e quase ia me esquecendo: o mote do comunismo. Esse é o pior deles é mais anacrônico de todos. Os democratas liberalistas americanos que insuflam isso, não tiveram pudor nenhum ao se aliar economicamente à China... COMUNISTA! Todas as empresas têm seu chão de fábrica na china... Curiosamente, é outra criatura que se levanta contra seu criador via economia mundial. 
                 Al Qaeda, EI, Boko Haram e agora China. O que os grupos extremistas não conseguiram, China começa a solapar o Grande Império do Norte. Salvo melhor juízo que se me apresente, é isso que penso.

segunda-feira, 16 de março de 2015

Subjetivando.

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Pois desci para o povo (gauchês= cidade mais próxima da querência) e aproveitei a viagem de ida e volta para assuntar e degustar, longe do face, as duas manifestações. A primeira  dia 13 Sexta-feira de março do Ano Domni de 2015. A segunda, no Domingo 15 do mesmo mês e ano. As duas foram escolhidas a dedo. Dia 13 para fechar com o número do partido da Presidenta e 15 para coincidir com os 51 anos da marcha da Família com Deus e pela Liberdade e que como todos  (acho) sabemos, culminou com a Ditadura Militar que durou 21 anos.  Até aí nada de mais e dentro de estratégias que cada facção adotou. O que podemos tirar desses dois eventos? Que proveito para o País e consequentemente, para nós povo brasileiro podemos tirar deles? Ouvi  muitos comentários, vi e li muitas notícias, reportagens, fotos, cartazes e colhi muitas informações que tento, como disse, digerir. Todos sabem que tenho lado e o defendo com justeza possível de um cidadão comum sujeito a erro, mas como é subjetiva não será, como de resto não são todas, uma opinião ou verdade absoluta.
Isto posto, comecemos com as discrepâncias ou dicotomias entre as duas para se livrar das coisas antagônicas primeiro e posteriormente partir para as convergências que podem ajudar a melhorar o País se as primeiras forem esquecidas.
1ª Observação:                                                                                                                              
Há uma dicotomia de classes muitíssimo clara. Melhor que não tivesse mas há sim mesmo que não se diga com todas as letra.
Dia 13 compareceram as pessoas ligadas a movimentos sociais sindicatos e votantes do PT, Dilma e do seu programa de Governo. Conciliador, mesmo não gostando de algumas medidas querem a revogação destas e melhoria em algumas outras.  CONSTITUIÇÃO E DEMOCRACIA  foram defendidas e naturalmente também a pessoa da Presidente. A Petrobrás instituição é outro foco de defesa. Os corruptos e corruptores não podem ser confundidos com a instituição. Pouco ou nenhum ataque a figuras contrárias. Cobertura insípida da mídia, sem repercussão nos dias posteriores. Pouco espaço nas televisões. Só a Blogosfera  alternativa conclamou para o movimento do dia 13. Via-se o povo brasileiro com sua miscigenação a pleno.
Dia 15 compareceram pessoas que atenderam o chamamento de pelo menos uma central Sindical, de Movimentos criados a partir de 2013 (Vem pra Rua cujo principal financiador é um mega milionário brasileiro, Revoltados On Line. EPL (SFL  financiado pelos irmãos Koch com interesses no petróleo, tem como parceiros Instituto Milênio, Instituto Liberal, Ordem Livre, Mises Brasil, Portal Libertarianismo) entre outros). A Maçonaria também apoiou. Foi grande o apoio da mídia antes, durante e com repercussão posterior. Mesmo antes do acontecimento a mídia, ao fazer entrevistas com políticos ressaltou mais a manifestação do dia 15. A blogosfera midiática conclamava abertamente para a do dia 15. Querem a ruptura total do sistema, com participação do exército, deposição da Presidenta  e se necessário ajuda militar norteamericana (alguns cartazes pediam SOS aos EUA).A Petrobras foi oferecida, em muitos cartazes, para a privatização(incongruência para quem canta Hino Nacional e se veste de verde e amarelo.  Hermeticamente branca, com um episódio que seria hilário não fosse trágico: um empresário negro foi retirado  da manifestação no Rio de Janeiro pela Polícia Militar depois de ser hostilizado com a famosa palavra petralha. Seria pela sua cor?
Em linhas gerais, foi isso. Algumas querelas mas sem grandes consequências.  As duas repetiram as famosas concentrações de 1964: Central do Brasil e a Marcha da Família, com Deus pela Liberdade. Algumas incongruências mostradas nos cartazes, mas o fulcro principal das duas marchas bem definidas. Uma a favor da democracia e outra pela ruptura do estado de direito.
2ª Observação.
Mesmo com objetivos tão gritantemente antagônicos, há pelo menos um ponto forte em comum das duas: foram contra a corrupção. Diga-se de passagem que ninguém é a favor da corrupção a não ser os corruptos e corruptores, por óbvio. Podemos juntar as duas inteligências e sugerir mudanças, se a aresta maior for aplainada. Eu tenho uma que muitos países a aplicam e em outro escrito irei  detalhá-la.
Vejo nas entrelinhas das duas manifestações um desejo de mudança política e econômica. Os vieses são contraditórios mas o desejo é idêntico e apontam para duas coisas muito importantes:  Reforma política via Constituinte exclusiva e Reforma Fiscal.
3ª Observação.
É inegável a orientação dada  por organismos internacionais bem como dos detentores da fortuna mundial. Recentemente Soros admitiu em entrevista que uma fundação sua interferiu sim na Ucrânia, onde aconteceram coisas semelhantes. Pesquisem Clube Farroupilha, Irmãos Koch, Soros...
4ª Observação.
Há muito dinheiro, MAS MUITO DINHEIRO MESMO que envolve a Petrobrás: Só a tecnologia de extração do Pré-Sal é um ativo enormemente valorizado. O próprio Pré-Sal soma alguns PIBs  Norteamericanos e Muitos nossos. Não é pouca coisa. Não é pouca coisa. Chega a Vale que foi doada em tão má lembrança.
                                                                                                                                                         

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Reformas de Base

Cinquenta anos depois. Quarenta anos perdidos por visão estreita de maus brasileiros.
Esse texto foi retirado da Wikipédia. Retrata as várias medidas que João Goulart pretendia implementar e  foi cortado por interferência estrangeira e dos mesmos setores que hoje querem o imitar o que o ocorreu em 1964. Se as propostas de reforma forem bem analisadas, veremos que praticamente todas elas foram implementadas em maior ou menor grau ao longo dos anos que se seguiram. À conta-gotas ao gosto de Maquiavel: bem, segundo ele, deve ser feito aos poucos, o mal, de uma vez.
Há como estabelecer paralelos com aquela situação  e os tempos atuais?  Inteiramente.
Um dado interessante. Paulo Freire, endeusado por todos, não viu passar a  reforma educacional com seu método.
Wikipédia: “Nessa ampla denominação de reformas de base, incluíam-se as reformas bancária, fiscal, urbana, eleitoral, agrária e educacional. Defendia-se também o direito de voto para os analfabetos e para os militares de patentes subalternas. Além disso, eram propostas medidas de corte nacionalista, com maior intervenção do Estado na vida econômica e maior controle dos investimentos estrangeiros no país, mediante a regulamentação das remessas de lucros para o exterior.  No que se refere a essas reformas, destacaram-se no governo João Goulart as seguintes medidas:
Reforma agrária - Consistia em promover a democratização da terra, paralelamente à promulgação do Estatuto do Trabalhador Rural, estendendo ao campo os principais direitos dos trabalhadores urbanos. Nessa área, havia um decreto que previa a desapropriação das áreas rurais inexploradas ou exploradas contrariamente à função social da propriedade, situadas às margens dos eixos rodoviários e ferroviários federais e as terras beneficiadas ou recuperadas por investimentos da União em obras de irrigação, drenagem e açudagem. No entanto, a implementação da reforma agrária exigia mudança constitucional, já que o governo pretendia que as indenizações aos proprietários fossem pagas com títulos da dívida pública, enquanto a Constituição previa indenização paga previamente e em dinheiro.
Reforma educacional: visava a valorização do magistério e do ensino público em todos os níveis, também se propunha a realizar uma reforma universitária, com abolição da cátedra vitalícia o combate ao analfabetismo com a multiplicação nacional das pioneiras experiências do Método Paulo Freire.
Reforma fiscal - Tinha como objetivo promover a justiça fiscal e aumentar a capacidade de arrecadação do Estado. Além disso, pretendia-se limitar a remessa de lucros para o exterior, sobretudo por parte das empresas multinacionais, o que foi feito através do decreto nº 53451/64.11
Reforma eleitoral: consistia, basicamente, na extensão do direito de voto aos analfabetos e aos militares de baixa patente. Previa-se também a legalização do Partido Comunista Brasileiro.
Reforma urbana, entendida como conjunto de medidas do Estado, "visando à justa utilização do solo urbano, à ordenação e ao equipamento das aglomerações urbanas e ao fornecimento de habitação condigna a todas as famílias". O projeto foi elaborado principalmente por urbanistas ligados ao IAB.
Reforma bancária: com o objetivo de ampliar o acesso ao crédito pelos produtores.

As reformas também incluíam a nacionalização de vários setores industriais - energia elétrica, refino de petróleo, químico-farmacêutico. Os congressistas não aprovaram a proposta, o que impediu que o Plano Trienal tivesse sucesso.”

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Je suis Humain.




Eu sou Humano. A morte me dói: qualquer tipo de morte, em qualquer quantidade, com qualquer motivo – mesmo os naturais –, de qualquer pessoa, de qualquer religião, de qualquer casta social, de qualquer parte do mundo. Não é uma dor física. É uma dor, se posso dizer, mental, do intelecto, de questionamento, de conhecimento do que pode vir depois dela.

A morte não estanca a vida. Detém apenas a matéria e a vida, de outra forma, continua. Sempre continuará da maneira como vemos a própria vida. Quantos regressarão à vida física com os mesmos objetivos que tinham nessa e, dessa forma, não evoluirão? Não farão um upgrade existêncial? Se não temos isso em mente – evolução - ficaremos na mesmice dos nossos pensamentos e atos e voltaremos a praticar exatamente aquilo que fizemos na vida passada.

Voltaremos com os mesmos conhecimentos, a mesma sede de poder, a mesma sanha assassina – seja de vingança, seja de continuidade - que permeia política internacional de dominação. Olhando a História como um todo, em todas as épocas houve as manifestações de poder e posse daquilo que os povos necessitavam para sobreviver. Há um ranço animalesco nesse sentimento. Primeiro para mim. Primeiro para minha prole. Primeiro para quem eu comando. Primeiro para quem me auxilia. Esse é o princípio do Poder: a posse, o ter! Vale para tudo. Vale para recursos materiais. Vale para recursos econômicos. Vale para recursos básicos. Vale para conhecimento – remember atos pós-segunda guerra quando os cientistas e conhecimentos alemães foram disputados pelas duas maiores potências como troféus de guerra! Aos vencidos migalhas, se sobrarem. Não importa quantas mortes sejam necessárias para consecução dos planos traçados. 

Vemos a consolidação de impérios eras após eras. Vemos a derrocada de impérios pela ação de outros impérios que se consolidarão. Todos fazendo a mesma coisa com os mesmos procedimentos: uso da força bruta, uso da força coercitiva, uso da força do pensamento unificado, uso da força de persuasão. Uso dos conluios. 

Enquanto tivermos líderes que são responsáveis por inúmeras mortes em passeatas contra a morte de uma dúzia de pessoas (reporte-se ao primeiro parágrafo), não mudaremos nosso pensar e se aceitarmos isso como normal, estaremos sendo conduzidos como manada!



domingo, 28 de dezembro de 2014

Governador assustado com perfil econômico do Rio Grande do Sul.


De quatro em quatro anos, os patrícios gaúchos se deparam com um governador assustado com a Crise Econômica do Estado. É interessante isso. Mesmo que venham de coligações em que pertenciam anteriormente. Vício, tentativa de barrar reivindicações, tentativa de culpar os antecessores ou pura e simplesmente desconhecimento pois sua busca era de poder? Ou tudo junto?

Deparo-me com a notícia que o nosso novo Governador se diz assustado com os números e que a contabilidade não fecha.

Não tenho a menor dúvida que ele se enquadra no desconhecimento pois buscava somente o poder. Senão vejamos. Não tinha a menor consciência do “pepino” que o esperava no caso dos professores e esquivou-se de uma pergunta sobre o piso salarial dos professores com uma piada de mau gosto. Não apresentava proposta alguma na campanha, provavelmente por desconhecer sim o que é ser o Governador de um Estado endividado. Menosprezou o alcance do feito de Tarso Genro que renegociou a dívida. Menosprezou a proposta de Tarso de que iria batalhar pelo alongamento da dívida. Sempre salientou que iria buscar apoio financeiro junto ao governo federal, como se este tivesse obrigação de alcançar ajudas do nada (ainda na mesma entrevista diz ser dever do Governo Federal de prestar socorro).

Sempre espero o melhor de todos os governantes. Mesmo daqueles em que não votei. Deles depende minha vida. Deles depende o desenvolvimento da vida de meus entes queridos, direta ou indiretamente. Deles depende o desenvolvimento da minha cidade, do meu estado e da minha nação. Quiçá de um mundo melhor. Se eu estiver bem, minha família estiver bem, meu país estando bem, o mundo sempre estará um pouco melhor.

Não aceito do Sr. Sartori esse seu susto. Não aceito. E por que não? Pelo fato de nos últimos vinte e oito (28) anos o seu partido ou os seus coligados só não estiveram no comando do Estado do Rio Grande do Sul em duas oportunidades. Em alguns casos, o próprio Sr. Sartori esteve prestando assessoria aos governantes de seu partido. Sua esposa é deputada da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul. Que deputada é essa que não conhece os problemas do Estado em que legisla? Se sabia não contou ao marido Candidato os pepinos que o esperavam?

Quando os gaúchos deixarão de dar sustos nos governadores eleitos?

De onde menos se espera, daí sim é que não sai nada. Espero estar errado.

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

Natal, tempo de reflexões.



Estou envelhecendo. Não entenderam? A gente só envelhece se permitirmos. Estou me permitindo envelhecer. Acho que já está na hora. Muitas coisas que gostaria que acontecessem diferente, não consegui mudar e meu comportamento continua igual. Sei, consegui dizer eu te amo com mais frequência, mas foi com muito esforço. Nada dolorido, nada que fosse contra minha fama de machão ou machista mas contra, pura e simplesmente, o velho hábito de pensar ser o suficiente existir e ter uma relação de amizade, de parentesco próximo ou longínquo. Era assim que pensava. Estou aqui já é suficiente. Não é. Todos precisam de afagos e o melhor de todos não é o toque, o cafuné, o carinho automáticos e somáticos. O melhor de todos é ouvir em alto e bom som a frasezinha curtinha, esmirradinha de apenas sete letrinhas, que encerra o que há de melhor neste mundo. Em conscienciologia há um neologismo chamado Pensene. Ele é composto das palavras Pensamento, Sentimento e Energia. O Pensamento é a nossa forma de argumentar e discutir com o nosso íntimo, conosco mesmo. Exprime realmente as nossas verdades muitas vezes não externadas para nosso público, para quem nos rodeia. Por isso é muito mais importante que a palavra dita. É o que realmente nós sentimos. E aí vem o segundo vocábulo do neologismo: Sentimento. É o que encarregamos o Pensene de levar para as outras pessoas, as outras consciências. Devido a isso é que dizemos que devemos ter bons pensamentos e erroneamente dizemos que a nossa energia deve ser boa. A energia é como a água: insípida, inodora, incolor. Ela é o veículo somente isso. A Energia é o nosso cartão de visita. Onde chegamos todos a sentem mesmo antes de nos alcançar visualmente. A carga positiva ou negativa vem do nosso pensamento. Também em conscienciologia usa-se muito um tipo de frase que exprime com somente três vocábulos, tudo o que você está pensando e transmitindo para o cosmos e outras pessoas ou consciências. Chama-se Megapensenes trivocabulares. A tal da frasezinha insignificante.
Por estar envelhecendo, por estar um pouco mais consciente do que sou, para onde vou e de onde vim, acho que o melhor megapense trivocabular que posso deixar para meus amigos, meus parentes e, principalmente minhas filhas, minha esposa e minha neta neste Natal é:

“EU TE AMO”

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Cubanização do Brasil ou Americanização de Cuba?

Senão vejamos:
1 Anos 1990.: Abertura esgaçada com duas mãos dos Portos Brasileiros. Migração em massa das empresas Norteamericanas e quiçá algumas da Europa e menos ainda do Brasil em busca de salários irrisórios, jornadas (altas) de trabalho, quase nenhum direito trabalhista. Modelo neo-liberal.
2 - Década de 2010: Ásia puxada pela China, torna-se o carro chefe de manufaturas de todo o tipo. Da florzinha de plástico ao mais avançado computador ou robô.
3 - Expansão Chinesa abiscoitando mercados inclusive nas áreas em que os EUA são mais forte: mercado financeiro.
4 - Brics despontando como o grupo mais forte (G7) e ameaçando hegemonia dos EUA e seus agentes financeiros: Banco Mundial e FMI.
5 - Em busca de maior competitividade, China projeta um canal que superará em calagem e capacidade o Canal de Panamá na Nicarágua. Tem muito dinheiro para isso. Tardiamente EUA projeta aumentar capacidade do Canal de Panamá.
6 - Com dois canais de ligação, facilitando a transposição Atlântico/Pacífico, Brasil cria porto no Norte e o liga ao Centro-sul com Ferrovia moderna com estação de transbordo rodoferroviário.
7 - Brasil vê em Cuba o mesmo potencial da China: população ávida por trabalho, com poucos direitos trabalhistas, e auxilia a construção de um Porto com alto calado e com uma área de livre comércio e Indústrias nos moldes chineses.
8 - Hilary Clinton provável candidata ao governo americano, começa campanha para levantar o cerco à Cuba tentando abocanhar uma parte do desenvolvido em conjunto Cuba/Brasil.
9 - Acordaram tarde: já há 300 empresas brasileiras sendo implementadas na zona industrial.
10 - Um conselho: Não cochilem, o cachimbo cai!